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Banica Conchita
BanicaAvatar
Informação Técnica
Japonês バニカ=コンチータ
Romaji Banika Konchiita
Outros Nomes Nobre Gourmet Banica
Conchita, a Devoradora Repulsiva
Demônio da Gula
Vocaloid

MEIKO

Informação Biográfica
Nascimento Novembro de EC 296
Morte Agosto de EC 325 (como humana)
Classificação Humana (até sua morte)
Demônio
Etnia Belzeniana
Gênero Feminino
Afiliado(a) a Império Belzeniano
Cinco Duques

Banica Conchita, também conhecida como Nobre Gourmet Banica e Conchita, a Devoradora Repulsiva, foi uma duquesa do Império Belzeniano. Dependente da comida desde cedo, a curiosa Banica fez um contrato com o Demônio da Gula para experimentar todas as comidas no mundo, eventualmente a levando a devorar as comidas mais repulsivas imaginadas. Em busca de sua obsessão, ela eventualmente devorou a si mesma e o demônio com ela, tornando-se o novo Demônio da Gula.

HistóriaEditar

Infância Editar

Banica nasceu em Gasto, no Império Belzeniano, em novembro de EC 296. Seus pais, Muzuri e Meguru Conchita, decidiram celebrar o nascimento da garota com uma grande festa, onde o porco baemu foi servido. Toda a família Conchita contraiu a Doença Gula, assim como os servos da família, e conforme os anos passavam, Banica passou a ser obrigada, por sua mãe, a comer cada vez mais, tornando-se obesa.

Uma vez, Banica recusou-se a comer uma refeição, dizendo que não gostava de cenoura. Sua mãe empurrou-lhe a comida garganta abaixo e ignorou os protestos da criança, que chorava loucamente. A garota era reprendida por sua mãe todas as vezes que recusava-se a comer, sendo constantemente abusada. Ela acabou por tornar-se submissa a sua mãe, comendo tudo que lhe era dado.

Em janeiro de EC 306, a fome chegou a propriedade dos Conchita. Durante esse período, Banica observou como seus pais brigavam por uma espada- Meguru desejava usá-la para cortar os cadáveres, que, logo se tornariam seu alimento- e, logo depois, viu seu pai matando sua mãe com essa mesma espada. Entrando em depressão, Banica trancou-se na dispensa da mansão. Mais tarde, ela conheceu Arte e Pollo, seus novos funcionários; não levando muito tempo, os três tornaram-se amigos íntimos. 

Noivado Editar

Em junho de EC 311, Banica teve a mão prometida a Carlos Marlon, o terceiro príncipe de Marlon. Meses mais tarde, por volta de EC 312, Banica viajou para Marlon, onde foi apresentada a seu noivo. Durante sua estadia no país, Banica e Carlos tornaram-se próximos um do outro, porém, ao ver os hábitos alimentares da garota, Carlos dissolveu o noivado, aterrorizado com a forma que a garota comia. Voltando para o Império Belzeniano, Banica, mais uma vez entrando em uma depressão, passou a comer cada vez mais.

Salvando Belzênia Editar

Por causa da escassez de alimentos no território Belzeniano, Banica embarcou em uma viagem ao estrangeiro, em janeiro de EC 316,  buscando os melhores alimentos e formas de prepara-los, apenas para resolver a fome no Império Belzeniano. Após descobrir milhares de alimentos que poderiam ser usados, Banica voltou para sua terra natal, melhorando a situação do povo faminto.

Durante o festival de colheita, na cidade de Grabia, em agosto de EC 319, Banica chegou sem aviso prévio e participou do campeonato de quem comia mais tomates. A jovem ganhou por uma maioria esmagadora. Graças a suas contribuições ao império, a jovem ficou conhecida como “Banica, a Nobre Gourmet”.

Em agosto de EC 321, seu pai morreu de um ataque cardíaco e Banica sucumbiu para a depressão uma segunda vez. Como resultado, a jovem passou a comer cada vez mais, consolando-se nos alimentos. Dois meses mais tarde, a Imperatriz Juno declarou que Banica seria a sucessora de Muzuri e a jovem tornou-se um dos “Cinco Duques”. 

O Contrato Editar

Em EC 323, Banica embarcou em outra jornada, porém, não demorou a retornar após escutar sobre a morte de seu mordomo, Ron Grapple. No outro dia, Banica adoeceu e foi diagnosticada com “anormalidades viscerais”, resultado de sua falta de controle com os alimentos, fazendo com que a jovem não pudesse se levantar da própria cama. Enquanto comia, uma voz em sua cabeça perguntando-lhe quanto mais a jovem aguentaria comer.

Banica começa a conversar com a voz e essa lhe diz que conhece Banica por ser um demônio. O demônio disse a Banica que em torno de seis meses a jovem iria falecer e a jovem ficou satisfeita, acreditando que já havia provado todos os alimentos do mundo. O demônio então lhe diz que Banica não provou nem sequer metade dos alimentos do mundo, que ela ignorou os alimentos mais grotescos. Ele então propõe a jovem um contrato que iria lhe proporcionar a cura de sua doença e a chance de experimentar esses alimentos. De inicio, Banica recusa, mandando o demônio ir embora; o mesmo lhe diz que se ela desejar firmar o contrato deverá beber do liquido dentro da taça vermelho, que está ao lado de sua cama. Enquanto refletia se a proposta do demônio realmente valia a pena, a jovem pegou a taça e examinou seu conteúdo, e, tomada pela curiosidade, ingeriu o liquido. Banica firmou o contrato com o demônio e adquiriu corpo magro e saudável. Com seu novo corpo, a jovem decidiu provar todos os “alimentos” que ainda não havia sequer sentido o cheiro. 

Apetite Grotesco Editar

Na mansão do Duque Oruhari, foi-se iniciado um banquete para celebrar a recuperação de Banica. A jovem, que foi acompanhada por Arte e Pollo, surpreendeu a todos com seu novo corpo. Ao final da refeição, Banica pediu para que seus servos lhe trouxessem a sobremesa, e assim os dois fizeram, trazendo-lhe besouros e aranhas. Banica, lambendo os lábios, comeu-os e assustou todos os convidados com seu apetite grotesco.

Em EC 324, Banica recusou-se a encontrar-se com qualquer pessoa com a desculpa de ainda estar recuperando-se de sua doença; assim, ela deixou Arte e Pollo sobre o comando e supervisão de suas terras. Fechando-se para o resto do mundo, a nobre passou cada vez mais tempo em sua sala de jantar, sendo servida das mais grotescas refeições. Em algum momento de EC 324, a jovem usou o conteúdo da taça vermelha para reviver os antigos servos de sua família, criando um exército de cadáveres, e deixou-os sobre o comando de Arte.

A partir de EC 325, Banica contratou dezenas de chefes para que lhes servissem de acordo com seu gosto. Obviamente, os trabalhadores horrorizaram-se com o apetite da nobre, pedindo demissão. Enfurecida, Banica mandou que Arte e Pollo matassem cada um dos chefes e que os cozinhassem, servindo-os para que a nobre os comesse.

No meio da noite, Banica encontrou a ladra, Platonic, dentro de sua mansão, furtando a taça vermelha. Surpresa ao ver um ladrão dentro de sua casa, Banica tira a taça da mão da jovem e diz que a menina era bonita o suficiente para ser comida. A nobre reviveu um de seus falecidos chefes, Idelbrando, e o cadáver começou a perseguir a ladra, que conseguiu fugir da mansão. Desapontada com a fuga de Platonic, Banica enfurece-se e decide comer o cadáver de Idelbrando. 

O Cozinheiro que Ela Amou Editar

Futuramente, Banica contratou o famoso cozinheiro Joseph. Em algum momento, ela percebeu que o cozinheiro era, na verdade, seu ex-noivo, Carlos Marlon. Após uma refeição, já bêbada, Banica pediu para que Carlos passasse a noite junto de si. Os dois passaram a noite juntos, relacionando-se, e Banica engravidou.

Meses depois, o exército belzeniano cercou a mansão de Banica. A nobre ergueu seus braços e seu exército de cadáveres levantou-se do chão, atacando o exército belzeniano, comandados por Arte e Pollo. Aterrorizado, Carlos percebeu que Arte estava sentada nos ombros do falecido mordomo de Banica, Ron, e Banica lhe explica os poderes do conteúdo da taça.

Carlos questionou-a sobre seus planos e Banica lhe diz o que ela descobriu com suas jornadas, pulando da janela e pousando, delicadamente, sobre o chão. Enquanto rodopiava, encantada com os gritos de dor dos soldados belzenianos, ela admitiu seu desejo de devorar o mundo inteiro.

Dias depois, Carlos tentou fugir da mansão e a duquesa ordenou que seus servos o capturassem. Uma vez que os dois trouxeram Carlos de volta, Banica pediu-lhe uma explicação para seus atos. Carlos, hesitante, pediu-lhe por férias e a nobre negou-lhe o pedido. Ela ordenou-lhe que continuasse a trabalhar para ela e negou-lhe qualquer saída do palácio.

Em algum momento, Carlos questionou Banica se os dois poderiam jantar juntos e a jovem aceitou. Durante a refeição, Carlos começou a tossir sangue e desmaiou. Banica perguntou-se o que havia de errado e percebeu que seu amado havia envenenado ambas as refeições; a jovem assistiu-o morrer e mandou que Arte e Pollo cozinhassem o seu cadáver. Enquanto comia o cadáver de Carlos, Banica começou a chorar. Tempo depois, Banica deu a luz a filha de Carlos. 

O Sabor da Pecadora Editar

Logo após a morte de Carlos, em EC 325, Banica começou a questionar-se qual eram os sabores de seus servos, Arte e Pollo, e acabou por devorar sua serva. Logo depois, ela fez o mesmo com Pollo. Conforme todos os alimentos em sua mansão foram acabando, a nobre passou a comer os móveis da mansão. Quando tudo acabou-se, a jovem escutou um choro e lembrou-se de sua filha. Percebendo que poderia comer a criança, Banica correu até o cômodo onde sua filha estava.

Banica entrou no cômodo e observou sua bebê adormecida e sentiu-se feliz, apesar de seu estômago estar roncando. Uma vez que ela começou a afastar-se da criança, ela escutou a voz do demônio questionar-lhe se ela iria ou não comer o bebê. O demônio mandou-a escolher entre comer a criança ou morrer, uma vez que o Grim the End, usado por Carlos para envenenar Banica e a si mesmo, havia enfraquecido os poderes do demônio.

Curiosa, Banica questiona o demônio porque o bebê era tão importante. O demônio lhe disse que o bebê era uma espécie de “vacina” que iria acabar com o poder que o recipiente da ira exercia sobre si. Banica comenta que o demônio sabia sobre várias coisas, questionando-o sobre a verdadeira identidade de Arte e Pollo e se eles não eram servos do demônio. O demônio nega, dizendo que os dois eram reencarnações de Gretel e Hänsel.

Encorajando Banica a comer o bebê, a nobre viu o demônio tomar forma em sua mente com um corpo vermelho e gordo. A nobre recusou-se a comer sua filha. Quando questionada do porque, ela simplesmente disse que não tinha vontade. O demônio passou a dizer-lhe que ela não seria nada se não comesse e assumiu a forma de um porco.

A duquesa passou a questionar-se se aquele era o demônio ou sua mãe lhe mandando comer. Conforme o demônio falava, Banica perguntou-se se seu bebê era realmente a única coisa que podia comer naquela casa. A duquesa sorriu e declarou que iria devorar seu próprio corpo, para desespero do demônio. Ignorando os protestos do demônio, Banica perguntou-se qual seria o seu gosto e devorou seu corpo até não sobrar nada. 

O Novo Demônio da Gula Editar

Querendo saber o gosto do demônio, Banica usufruiu de seu contrato e devorou o demônio junto de seu corpo.  A nobre tornou-se o novo demônio, adquirindo todos os poderes e conhecimentos do antigo demônio. Banica não desistiu de sua ambição de devorar o mundo todo e decidiu procurar pelas almas de Hänsel e Gretel, para que os dois lhe ajudassem a encontrar o Cemitério, tornar-se a nova Mestra do Cemitério e tornar real o final onde tudo acabaria em seu estômago.

Uma vez que a pecadora assumiu o cargo do antigo demônio, ela criou uma ilusão de sua mansão dentro da taça vermelha. Confinada dentro da taça, ela esperou até que Erluka Clockworker recolhesse o recipiente de sua antiga mansão e observou a taça ser roubada por Platonic. Encantada com o fato de Platonic ser uma encarnação de Eva Moonlit, Banica logo ficou desapontada com o fato de que o demônio da preguiça não poderia ser possuído. Quando a taça foi parar nas mãos de AB-CIR, Banica conversou com a maga sobre o antigo demônio e sobre Hänsel e Gretel.

AB-CIR perdeu o recipiente do pecado, que logo foi achado, em algum momento de EC 482, pela rainha Prim Marlon. Durante um encontro de Prim e da maga Abyss I.R., Banica percebeu que a maga e AB-CIR eram dois corpos diferentes habitados pela mesma alma: Irina Clockworker. Em EC 490, Abyss I.R. usou o poder de Banica para fazer com que uma praga se espalhasse por todo o Império Belzeniano, dando-lhe a chance de matar o Rei Arth I, de Lucifênia. 

Twiright Prank Editar

Em EC 491, Abyss I.R. usou sua magia para mover Banica da taça para um dos Quatro Espelhos de Lucifênia, para ser usado pelo ministro Presi Rogzé. O ministro tinha o plano de usar o demônio para possuir o filho do rei, Alexiel, por isso enterrou o espelho, que logo foi encontrado por Alexiel e sua irmã, Riliane.

Abyss I.R. convocou o demônio e Banica apareceu, encarando as figuras de Riliane e Alexiel — crendo que aqueles dois eram reencarnações de Hänsel e Gretel — com um sorriso no rosto. Banica tentou acariciar Riliane, porém, Alexiel afastou sua mão com um tapa e as duas crianças fugiram. Ela voltou a manifestar-se para as duas crianças e, ao invés de possuir o herdeiro do rei, possui a princesa lucifeniana. Nesse momento, ela percebeu que a criança não era uma reencarnação de Gretel.

Enquanto possuída por Banica, Riliane tornou-se cada vez mais faminta e passou cada vez mais tempo desfrutando dos alimentos que conseguia em sua despensa. Em algum momento, Banica voltou a aparecer para as crianças, pedindo-lhes um pouco de seus lanches; Riliane negou-lhe o lanche, mas, depois de muita insistência, Banica conseguiu convencer Alexiel a compartilhar o seu lanche consigo. Em troca do ato de bondade, o demônio contou ao príncipe que se ele escrevesse seu desejo em um papel, colocasse-o dentro de uma garrafa e deixasse que o mar o levasse, esse desejo iria se realizar.

Em eventos futuros, Presi firmou um contrato com o demônio para que pudesse derrotar a maga Erluka Clockworker. Erluka ganhou a disputa, matando Presi e selando, novamente, o demônio dentro do espelho- ela foi, mais tarde, transportada para dentro da taça por Abyss I.R.- e causou uma nova epidemia que levou a vida da rainha Anne. 

Reencontrando Gretel Editar

Quando Ney Marlon recebeu a taça vermelha, por volta de EC 505, e firmou um contrato com o demônio, Banica logo percebeu que a garota era uma reencarnação de Gretel e descobriu que Abyss I.R. havia usado Prim Marlon para que ela “bagunçasse” as reencarnações de Hänsel e Gretel, resultando somente na reencarnação de Gretel. Banica permitiu que a garota usufrui-se de seu poder e a garota começou a enlouquecer por causa do demônio. Durante a Batalha do Castelo Hedgehog, Ney permitiu que Banica possuísse seu corpo por completo, e assim o demônio fez, dando a Ney o poder sobre seu exército de esqueletos e dando uma aparência demoníaca a jovem.

Enquanto possuída, Ney atacou seu meio-irmão, Kyle Marlon e foi derrotada por Germaine Avadonia. O recipiente que continha o demônio foi recolhido e selado por Elluka e Gumillia. Quando Abyss I.R. roubou o recipiente, retirou o seu selo e matou Ney, Banica usou seu contrato com a falecida garota para tirar sua alma de seu corpo e leva-la para dentro da taça, junto de si. Antes disso, Banica conversou com Kyle, apresentando-se com “O demônio da Gula” e informou o rei que Ney era na verdade uma reencarnação de Gretel. Ney contou a Kyle sobre o seu sonho de renascer e poder brincar com o homem, porém, Banica zombou da garota, dizendo que ela nunca iria voltar a renascer e que ela iria ajuda-la a procurar pelo Cemitério. Antes de ir embora, Banica referiu-se a Kyle como “alma de Adão” e disse que os dois voltariam a reencontrar-se.

Voltando para dentro da taça, Banica esperou até que Ney acordasse como Gretel. Finalmente conseguindo reencontrar-se com um de seus servos, Banica fez com que Arte- uma das reencarnações de Gretel- voltasse a ser sua cozinheira e empregada e contou a mulher os seus planos sobre tornar-se a nova Mestra do Cemitério. 

Reencontrando Hänsel Editar

Logo depois que Erluka partiu da casa de Mikina Freezis, junto da taça vermelha, o demônio e sua serva foram seladas dentro do recipiente; em algum momento, Irina voltou a adquirir a taça, dessa vez possuindo o corpo da falecida Germaine Avadonia. Futuramente, Irina adquiriu o nome “Julia Abelard” e colocou a taça vermelha em um pedestal dentro de sua mansão.

Em EC 603, Arte possuiu Lemy Abelard, filho adotivo de Julia, quando esse encostou na taça vermelha, forjando um contrato entre o garoto e o demônio. Nesse momento, as duas descobriram que Lemy era uma reencarnação de Hänsel. Julia deu a taça ao garoto e ele, sobre a influência do demônio, passou a comer compulsivamente. Durante esse tempo, Banica decidiu que ela,  Arte e Lemy não deveriam se meter nos planos de Julia.

Em EC 610, em um sonho de Lemy, Arte informou Banica sobre a organização criminosa, Père Noël, que Lemy estava participando e sobre a oferta de fuga que a maga Erluka, possuída por Eva Moonlit, havia lhe proposto. Quando Banica perguntou o porque de Lemy não usar o soldado de cadáveres, Arte respondeu que o menino não sabia como e provavelmente não iria descobrir tão cedo. O demônio começou a perguntar-se qual seria a decisão de Lemy sobre a proposta de Erluka e perguntou o que Arte achava e a empregada começou a zombar do garoto. Quando Banica estava prestes a retrucar, notou que Lemy estava dentro da taça, observando as duas. O sonho de Lemy acaba nesse momento. 

Duelo do Planalto MerrigodEditar

Em 26 de dezembro, Lemy levou um tiro fatal em seu peito e foi enterrado, com o poder de Banica evitando que ele chegasse a morrer verdadeiramente. Cerca de um mês depois, Julia colocou a taça de vinho em sua tumba antes de sair para batalhar contra Elluka e Gumillia no Planalto Merrigod. Aproveitando a oportunidade, Banica curou e ressuscitou Lemy.

Quando Lemy voltou a vida no dia 29 de janeiro, Banica apontou que seu contrato foi a razão dele ter sobrevivido, e pediu para ele fazer alguns serviços para ela como agradecimento, instruindo-o para ir ao Monte Apocalipse.

Lá, Banica observava a batalha entre Lemy e a aprendiz de Erluka, Gumillia, curando o menino de qualquer dano que a maga o causasse. Quando Gumillia finalmente matou Lemy com Grim the End, Banica colocou a alma do menino na taça de vinho. Banica e Arte confortavam o menino aparentemente confuso, e Arte assegurou que suas memórias voltariam logo.

Por um portal, eles observavam Julia chorando sobre o corpo de Lemy. Arte sugeriu que tivessem um café da manhã, e enquanto os três comiam, Banica observava Irina descartar o corpo de Germaine e destruir o seu próprio com a Black Box Type S, trazendo todos próximos da explosão para o mundo psicológico de Erluka.

Quando Irina, Gumillia, Eva, Levia e Behemo se encontraram em suas formas originais no mundo psicológico, Irina revelou seu conhecimento sobre Erluka ser Levia antes de tornar Eva na "Mestra da Corte" e transformar a área na corte. Assim que Irina explicou que a corte que ela criou poderia fazer até deuses mortais e revelou suas intenções para destruir tudo relacionado aos deuses, espíritos e demônios, Banica decidiu intervir. Entrando no mundo psicológico de Levia, Banica disse que a "Mestra da Corte" era uma ameaça a ela e revelou que ela deveria destruir Irina, Eva e todos ali presentes.

Levantando sua mão para cima, Banica invocou o Devorador de Mundos, apresentando-os ao "soldado zumbi definitivo" antes de ordená-lo a devorar a todos. Irina e Levia se defenderam com magia de fogo e relâmpago, e o poder dos três colidiu em uma explosão[1]. Assim, Banica testemunhou as almas de Levia, Irina e Eva se fundir em uma enquanto todos os outros foram jogados pela explosão. Satisfeita com o resultado, o demônio voltou para seu recipiente[2].

Mais tarde, Banica aproveitava um jantar servido por Arte enquanto debatia com ela sobre o ocorrido. Ao perguntar se Pollo não iria se juntar a elas, Arte apontou que ele estava zangado pois ela havia quase matado aquela que ele chamava de mãe até pouco tempo atrás. Banica imediatamente respondeu que aquilo não era justo, já que ela havia falhado em fazê-lo.

Arte questionou se a falha iria causar muitos problemas, mas Banica disse que aquilo poderia ser considerado conveniente já que todos os seus problemas se tornaram um só, e mesmo assim, ela admitiu que tinha coisas mais importantes a fazer já que ela finalmente conseguiu juntar ela e Pollo, antes de se corrigir que eram os "deuses gêmeos" Hänsel e Gretel[2].

Trocando de DonoEditar

Após isso, a Taça de Conchita passou por vários donos ao longo do tempo até que foi recolhida do restaurante Cemitério por Gallerian Marlon. Naquela ocasião, Banica notou que ele já havia feito um contrato com o Demônio da Ganância e, mais tarde, viu a fusão de três almas Ma trabalhando com o juiz. Ela desapontou-se por não poder possuí-lo, e imaginava o que aconteceria com a "engrenagem" que caiu na armadilha.

Banica então relembrou seus proprietários anteriores desde ter se tornado um demônio e o tempo que se passou[3]. Mais tarde, a Taça de Conchita era um dos recipientes que riam e diziam que eles e Clockworker's Doll eram o mesmo[4]. Algum tempo antes de EC 990, a Taça acordou e Banica tomou a forma de Mestra do Cemitério[5].

Fim do Mundo Editar

Com o fim do mundo, o demônio retornou para Gasto junto de seus servos e criou uma ilusão da Mansão Conchita alí. Pollo notificou a Banica que o Deus-Sol estava enviando o Alexiel e ela recebeu o príncipe em sua sala de jantar. Allen perguntou sobre a transformação de Banica em um demônio e por que ela havia se tornado um. Depois, falaram sobre a possessão de Riliane por Banica e como Allen era "anormal", e por isso não poderia ser possuído. Banica perguntou sobre quais eram os planos do "morcego", e admitiu que não tinha mais nenhum interesse no menino já que ele não poderia a informar sobre o plano do Deus Sol.

Legado e Influências Editar

Até que Erluka Clockworker se infiltrasse na Mansão Conchita como parte da investigação do Império sobre os rumores de canibalismo, Banica já estava desaparecida e sua mansão vazia e em perfeito estado. O Império assumiu que Conchita havia fugido para algum dos países vizinhos e parou com as investigações. A criança que ela deixou para trás eventualmente teve descendentes e a linhagem seguiu por várias gerações, chegando a Germaine Avadonia.

Sanan Noi criou um conto de fadas baseado em Banica chamado "Vampira Vanika" que ficou famoso por Evillious. Seu marido, o historiador Will Jaques, escreveu um manuscrito sobre os recipientes do pecado com o conhecimento que Elluka Clockworker o apresentou. Mais tarde, a escritora Yukina Freezis visitou as ruínas da Mansão Conchita investigando as escrituras de Will sobre os Pecados.

Os registros históricos sobre sua aparência eram contraditórios, com alguns dizendo que ela era uma mulher obesa, e outros dizendo que era linda e magra. Vários dos pratos trazidos para Belzênia durante suas viagens foram incorporados em sua tradição culinária incluindo o seu vinho favorito, Blood Grave, que continuou a existir até cerca de dois séculos mais tarde. Mais tarde, Ma criou um filme sobre a possessão de Banica.

Personalidade e Características Editar

Apesar de ter o objetivo de comer tudo que há no mundo, Banica é caracterizada como uma personagem gentil e emotiva. Mesmo que tenha sido abusada sua infância inteira por sua mãe, Meguru, a jovem continuou a amar a mulher e entrou em depressão quando a mulher foi assassinada por seu pai. Quando conheceu seus servos, Arte e Pollo, não demorou a ficar amiga dos dois gêmeos, adquirindo afeto pelos dois. Além disso, amava seu ex-noivo, Carlos, e sua filha, ao ponto de chorar enquanto comia o cadáver de seu amado e recusar-se a comer sua filha.

Habilidades e Talentos Editar

Banica, antes de tornar-se um dos "Cinco Duques", ajudou o Império Belzeniano a recuperar-se da escassez de alimentos, viajando através de alimentos que pudessem salvar o Império. Além disso, Banica promoveu diversos concursos e festivais de comidas.

Quando estabeleceu contrato com o demônio da gula, Banica adquiriu um corpo magro e saudável. Além disso, usando o liquido que havia dentro da taça vermelha, a nobre conseguia reanimar cadáveres, criando um exército deles.

Relações Editar

Meguru Conchita: a mãe de Banica. Apesar do abuso que sofria nas mãos da mulher, Banica amava tanto sua mãe que acabou entrando em uma terrível depressão quando presenciou ela ser assassinada por seu pai.

Arte: a serva de Banica e uma das reencarnações de Gretel. Arte foi, junto de Pollo, a primeira amiga de Banica, servindo a nobre lealmente. Banica tinha afeto pela mulher, porém, não demonstrou hesitação quando devorou a empregada. Quando descobriu que Arte era uma reencarnação de Gretel, decidiu procurar por sua alma para que ela pudesse lhe ajudar a encontrar o Cemitério. Quando adquiriu a alma de Gretel, as duas passaram a viver dentro da taça vermelha, Arte voltando a servir Banica como se ainda estivessem no Império Belzeniano.

Pollo: o servo de Banica e uma das reencarnações de Hänsel. Pollo foi, junto de Arte, o primeiro amigo de Banica, servindo a nobre lealmente. Banica tinha afeto pelo homem, porém, não demonstrou hesitação quando devorou o empregado. Quando descobriu que Pollo era uma reencarnação de Hänsel, decidiu procurar por sua alma para que ele pudesse lhe ajudar a encontrar o Cemitério. Quando adquiriu a alma de Hänsel, ela, Arte e Pollo passaram a viver dentro da taça vermelho, os dois servos voltando a servir Banica como se ainda estivessem no Império Belzeniano.

Carlos Marlon: o ex-noivo de Banica. Banica amava Carlos, mesmo que esse houvesse cancelado seu noivado e tivesse tentado lhe envenenar. Quando comeu o cadáver do homem, Banica começou a chorar.

Filha: a filha de Banica. Banica, apesar de não ter dado atenção suficiente, amava a sua filha. Quando estava sendo tentada pelo demônio, Banica recusou-se a comer a criança.

Trívia Editar

Conceito e Origem Editar

  • Conchita é como os espanhóis referem-se à Imaculada Conceição.
  • O nome de Banica, ao contrário, significa canibalismo.
  • A personagem foi inspirada em Vlad, o Empalador.
  • A morte de Banica foi inspirada na morte de Erysichthon, da mitologia grega.
  • O pacto de Conchita é baseado no filme Drácula, de 1992, onde o conde transforma-se em um vampiro logo após beber sangue de um cálice. De maneira similar, Conchita fez seu pacto, ao beber o sangue de uma taça.

Curiosidades Editar

  • Banica e sua respectiva VOCALOID, MEIKO, fazem aniversário no mês de novembro.
  • O pai de Banica, Muzuri, desejava que sua filha tivesse o nome "Muraramurajakotasupopopo". Quando questionado sobre a origem do nome, Mothy respondeu: "Pergunte ao Sr. Muzuri".
  • Devido a ser uma descendente do duque Venomania, ambas Banica e sua filha possuem o gene da Hereditary Evil Raiser Syndrome.

Galeria Editar

ReferênciasEditar

  1. Os Pecados Capitais: Quinto, O Pierrô - Parte 2, Capítulo 3
  2. 2,0 2,1 Os Pecados Capitais: Quinto, O Pierrô - Parte 2, Capítulo 4
  3. Os Pecados Capitais: Conchita, a Devoradora Repulsiva - Digestif
  4. Garota do Jardim Miniatura
  5. Mestra do Cemitério

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