FANDOM


KayoSCPPerfil
Mas temos que dar duro em nosso trabalho!

Ainda estamos costurando este artigo e ele pode estar incompleto ou com informações duvidosas. Não se esqueça de retornar quando ele estiver pronto.

Sentimos muito por quaisquer problemas!
Erluka Clockworker

Erlukapossi

Original1

Hanneavatar

Informação Técnica
Japonês エルルカ=クロックワーカー
Romaji Eruruka Kurokkuwaakaa
Outros Nomes Bruxa de Belzênia
Maga do Tempo (por Yukina)
Maga da Eternidade
Hanne Lorre
Margarita Blankenheim
Sétima, a Feiticeira (codinome)
Vocaloid

Megurine Luka

Informação Biográfica
Nascimento EC 13
Morte 30 de Janeiro, EC 611
Classificação Humana
Etnia Leviante
Gênero Feminino
Afiliado(a) a Império Belzeniano (desertou)
Reino de Lucifênia (desertou)
Três Heróis (encerrado)
Père Noël (encerrado)
Igreja Levin (Levia)

Erluka Clockworker é uma das protagonistas das Crônicas de Evillious. Conhecida como Maga do Tempo, Erluka foi uma poderosa feiticeira. Tendo ganhado vida com a Catástrofe de Levianta, a feiticeira aceitou o pedido de Held para recolher os sete recipientes do pecado. Ela presenciou e fez parte de diversos incidentes importantes na história de Evillious nos subsequentes 600 anos após seu “nascimento”. Foi uma encarnação de Levia e Behemo.

HistóriaEditar

O Renascimento e a MissãoEditar

Em EC 13, os deuses Levia-Behemo tomaram posse do corpo de Erluka Chirkrassia, renascendo assim como “Erluka”, na Arca do Pecado. Ela deixa o arrasado Reino Mágico Levianta pelo uso da Arte Secreta Clockworker por seu amado, Kiril Clockworker. Ela adota o sobrenome “Clockworker” em memória do seu antigo relacionamento com Kiril.

Após certo tempo, ela visita o deus Held, um velho amigo, contando sobre o acontecido durante a Catástrofe de Levianta, sua morte e ressurreição. O deus da terra conta, então, que Adão e Eva Moonlit viveram secretamente numa casa dentro da floresta e criaram Hänsel e Gretel, filhos de Meta Salmhofer, a segunda candidata Ma, após terem assassinado-a.

Ele continuou, contando que os gêmeos eram cópias imperfeitas de Levia-Behemo, tendo em suas existências fragmentos do poder dos deuses. E também, que foram abandonados pelos pais pela onda de fome causada pela Catástrofe, esses voltando depois e matando seus falsos pais.

E, explicando que eles dividiram o Pecado Original em sete partes, colocando-os em recipientes que foram espalhados pelo mundo, Held pede à Erluka que ela os reúna antes que possam causar problemas aos humanos que os encontrarem. Ela aceita, alegando que ela não se importaria, desde que aquilo a deixasse entretida, afinal de contas, ela tinha tempo todo o tempo do mundo.

Incidente VenomaniaEditar

Inicialmente, Erluka não deu muita importância a sua missão, passando a maior parte do tempo viajando por Evillious e ajudando pessoas, do que realmente procurando pistas. Em EC 126, Erluka foi a Mystica, cidade da região Asmodim do Império Belzeniano para visitar o Conde Ferdinand. Lá, ela encontrou uma criança, Lukana Octo, e ouviu da garota um sonho que ela tivera, onde a cidade se encontrava numa grande seca.

Ela imediatamente acreditou na garota, percebendo o curioso poder mágico dela. Assim, ela conseguiu um ziz tiama e retornou a Mystica meses depois, que sofria com a dita seca. A feiticeira escalou a montanha mais próxima da cidade, e rezou em um altar por entre as ruínas leviantes, sacrificando o ziz tiama para conjurar uma tempestade que durou dias. Tendo feito isso, Erluka deixou a cidade para continuar sua jornada.

Em EC 131, ela ajudou a reprimir uma rebelião na fortaleza de Retasan, recebendo a gratidão do Imperador Belzeno e da Princesa Aprilis. Cinco anos depois, ela começa a investigar os desaparecimentos de Yufina Marlon e Maylis Belzênia, sob pedido do Reino de Marlon e do Império Belzeno, suspeitando que os receptáculos do pecado estariam envolvidos. Nessa época, ela conhece Karchess Crim, que também investigava os desaparecimentos de mulheres na região de Asmodim. Quando o encontrou, Erluka percebeu sua similaridade com Adão Moonlit. Descobrindo que ele possuía a Chave Dourada, Erluka colaborou com ele para tentar obtê-la.

Pouco mais de 6 anos depois, Karchess vai até a mansão do Duque Sateriasis Venomania para resgatar as mulheres raptadas. Contudo, Karchess não seguiu o plano original de Erluka, e matou o duque com o recipiente da Ira, e após isso, escapou. Perdendo a oportunidade de conseguir a Chave, Erluka tentou achar a Espada Venom, mas também foi em vão.

Deduzindo que Karchess teria refugiado-se em Elfegor, a feiticeira viajou até sua capital, Aceid, à procura do fugitivo. Infelizmente, ela não o acha, e retorna para auxiliar o Império Belzeno a solucionar o caso Venomania. Durante a investigação, ela descobre que Mikulia Greeonio, a Princesa Maylis e Lukana Octo tiveram filhos de Venomania e começa a procurar por elas.

Descobrindo que Mikulia fugira de casa com seu filho, Erluka a encontrou em um bordel em Lasaland, no fim de EC 137. Ela percebeu a semelhança de sua aparência com a de Eva Zvezda, mas não sentiu nenhum Demônio nela. Percebendo a aparente felicidade da garota com sua vida como prostituta, e não percebendo sinais de HER em seu filho, a feiticeira se foi.

Ela descobriu que a família real escondera a gravidez de Maylis, tendo ela entregado seu filho ao Barão Toy Conchita. Confirmando que a criança de Maylis também não possuía HER, Erluka foi à procura de Lukana.

Erluka vai atrás de Lukana, após descobrir que ela se mudara para o Oriente. Encontrando-a em EC 138, Erluka entendeu melhor o que acontecera no incidente e que Lukana estava sendo perseguida pela maga I.R., pois esta queria roubar o corpo de Lukana com o poder dos sonhos premonitórios. Erluka, então, propôs que elas trocassem de corpos, tirando assim a razão por I.R. persegui-la, e ela podendo viver uma vida normal. Lukana aceitou a oferta, e Erluka fez a troca. Depois de averiguar que a filha de Lukana não tinha sinais de HER, ela foi embora.

Em EC 139, Erluka se encontrou com Gumina Glassred e, sendo confundida com Lukana, decidiu não explicar as circunstâncias e deixar a conversa fluir. Durante sua conversa, Erluka pediu à Gumina que explicasse sua conexão com o Duque Venomania, descobrindo a relação da garota com Querubim. Erluka também presenciou a pergunta de Carol Shields, serva de Gumina, a sua ama, sobre a tentativa de desfazer seu casamento com o Sateriasis verdadeiro ser porque ela amava Querubim. Gumina apenas sorriu tristemente em resposta, e Erluka foi embora.

Tempos depois, Erluka soube que Karchess se unira a Yufina para derrubar o rei de Marlon e estabelecer um governo legitimamente marlês, sem a influência de Belzênia. Nessa mesma época, ela escreveu tudo o que descobrira nos últimos dois anos e seus planos de ir atrás de Karchess. Pouco tempo depois, ela falha em conseguir a Chave Dourada da Família Real Marlesa, e conta a Held o ocorrido.

Ela visita Mikulia Greeonio novamente no bordel, e acaba assistindo ao parto de seu segundo filho, e também vê a garota morrer devido a complicações no parto. Anos depois, ela ouve boatos de uma Condessa Mikulia ter se casado com o lorde Calgaround, e presume que se tratava de uma pessoa diferente.

Melancolia de HeldEditar

Em EC 325, Erluka recebeu as Espadas Gêmeas de Levianta da Igreja Levin na região Lucifênia de Belzênia, mas descobriu que o suposto recipiente da Inveja era falso. Depois de sonhar que uma ladra tentaria roubar o recipiente, a feiticeira estava preparada para esse encontro, e não tomou o chá drogado que a garota preparara e fingiu estar desmaiada em seu quarto.

Quando Platonic comemorava sua vitória, Erluka pegou a garota desprevenida e a prendeu. Platonic agora estava amarrada, e foi coagida a trabalhar para a feiticeira, que a manteve presa para impedir que escapasse. Percebendo que ela, assim como Mikulia, se parecia com Eva Zvezda, Erluka tentou ensiná-la alguns feitiços simples, mas falhou miseravelmente. A feiticeira aplica um feitiço de captura na ladra, e deixa a casa, para contar a Held os acontecimentos recentes.

Ao encontrar a árvore, Erluka conta sobre as Espadas Gêmeas e reclama sobre ter falhado em conseguir sequer um recipiente. Ela fura os olhos de Held, e ele diz não faz diferença, visto que ele não sente dor. Ela replica, dizendo que o fez justamente por isso. Após o deus lamentar o azar de Erluka, ela retrucou dizendo que ele agia como se aquilo não lhe dissesse respeito, e reiterou que era voluntária naquela busca. O deus respondeu que ela também tinha culpa por libertar os demônios e, irritada, a feiticeira admitiu sua culpa, socando a cara de Held.

Quando o deus mencionou a reconstrução do reino “mal”, Erluka disse não haver motivos para se preocupar, já que ele parecia não ter herdado nada de seu passado, e aliviando o medo de Held de que eles pudessem recuperar a relíquia antiga de seu Período. Neste momento, Micaela apareceu e cumprimentou Erluka. A feiticeira diz ao pisco que elas brincariam, assim que terminasse sua conversa com Held. Quando o espírito se foi, Erluka pergunta quantos mais serviam ao deus, que diz não se lembrar, fazendo a feiticeira repreendê-lo por sua irresponsabilidade.

Voltando à conversa, Erluka conta sobre sua nova ajudante, e como tentara ensiná-la magia, e falhara. Quando Held perguntou a ela o motivo de estar viajando com uma estranha, ela falou novamente sobre Mikulia Greeonio e que Platonic parecia ser sua descendente, pois as duas tinham a aparência da Pecadora Original. Relembrando que Eve não deveria ter descendentes, Erluka perguntou o porquê de tantas coincidências. Held disse que isso era algo que ocorria ocasionalmente no mundo dele também, mas que parecia ser mais frequente neste novo mundo.

Quando Erluka perguntou o motivo, ele disse para que ela perguntasse à Levia-Behemo, visto que eles criaram os humanos do Terceiro Período. Quando ela perguntou onde achá-los, o deus se manteve em silêncio. Erluka disse ter confirmado não haver presença de Demônios em Mikulia nem em Platonic. Held observou que a garota não estava com ela, e Erluka contou sobre como a prendera. Quando o deus perguntou se ela havia deixado comida para a garota, a feiticeira percebeu ter esquecido, e apressou-se para ir embora, ignorando o pedido de Micaela para que brincassem como o prometido.

O Recipiente da Gula e Banica ConchitaEditar

Em julho daquele ano, Erluka levou Platonic à corte belzeniana, apresentando-a a Imperatriz Juno. Ela investigava rumores sobre Banica Conchita, e pediu auxílio à Erluka para descobrir a verdade sobre o suposto canibalismo praticado por Banica. Suspeitando novamente do envolvimento de um recipiente do pecado, Erluka concordou em ajudar a investigação. Erluka promete, então, a liberdade de Platonic, em troca de sua ajuda.

Um mês depois, elas chegaram a uma cidade em Grabia, onde soldados mortos-vivos vinham atacando a região. Erluka e Platonic foram levadas pelo prefeito até um morto-vivo que fora capturado e preso. Depois de Platonic confirmar ter sido o mesmo tipo de criatura que a atacara, Erluka ordenou que o prefeito abrisse a cela. Colocando a mão sobre a testa da criatura, Erluka invocou um feitiço e ordenou que ele falasse. O morto-vivo se tornou um esqueleto e pôde falar livremente, revelando ser um mordomo da família Conchita, Ron Grapple, e explicou que um Demônio do Pecado possuíra uma taça de vinho permitiu que Banica reanimasse seu exército.

Após pedir à Erluka que salvasse Banica, quebrando a taça, o esqueleto de Ron desmoronou. A feiticeira decidiu que deveriam investigar a mansão da duquesa. Um músico da região, Zenos Jacques, advertiu a feiticeira para que não fosse até lá, porém ela o ignorou. A cansada Platonic insistiu para que elas descansassem por um dia, mas Erluka recusou-se a deixar um recipiente escapar novamente, arrastando a ladra consigo.

Naquele dia, então, as duas se infiltraram na mansão de Conchita e a descobriram em perfeita ordem. Entrando na sala de jantar, viram um bebê sobre um prato, e uma taça de vinho ao seu lado. A feiticeira pegou ambos e fugiu. Na volta, porém, Erluka perdeu Platonic de vista e a ladra conseguiu roubar a taça de vinho da feiticeira, e logo após, fugir. Concluindo que Banica teria fugido, o Império dispensou as investigações de Erluka. Após encontrar um servo da Imperatriz Juno que desejava adotar o bebê, Erluka lhe deu o recém-nascido. No início do quinto século EC, Erluka torna-se amiga de Will Jacques e colabora com sua pesquisa, contando o que descobrira sobre Banica, a Taça e os Sete Pecados Capitais.

Três HeróisEditar

Durante a guerra de Belzênia com Lucifênia, Erluka serviu o Imperador Belzeniano, sendo conhecida como “Bruxa de Belzênia” durante o conflito. Nessa época, Erluka conhece Prim Rogzé e, percebendo o potencial mágico da garota, ensina magias básicas a ela. Apesar disso, Prim vai para Marlon antes do treinamento acabar.

Por volta de EC 478, Erluka contrata Gast Venom como seu guarda-costas para suas viagens. Durante esse tempo, a feiticeira contou a Gast sobre os Sete Pecados Capitais, inclusive sobre a Espada Venom. Dois anos depois, em 480 EC, o filho do Imperador Belzeno propõe um compromisso entre ele e Erluka, sendo prontamente rejeitado. Pouco tempo depois, ela e Gast confrontaram o Rei Arth no campo de batalha, saindo Erluka viva do confronto.

Algum tempo depois, Erluka se encontra com o Rei Lucifeniano na Ponte Sanosun, e ele a convida para se juntar a ele, servindo seu reino. Cada vez mais pressionada pela corte do príncipe belzeniano, Erluka aceitou o acordo, jurando lealdade ao Rei, juntando-se ao Reino de Lucifênia.

Agora ajudando Lucifênia na Guerra de Expansão do país, ela batalhou contra seu antigo parceiro, Gast, saindo os dois vivos novamente da batalha. Também durante este conflito, ela se torna amiga íntima do Rei Arth, sua esposa Rainha Anne e seus novos companheiros, Leonhart Avadonia e Mariam Futapie. Ela começou a frequentar o ferreiro local da família Langley, tendo seu auxílio sempre que precisava consertar suas armas. Por volta de 490 EC, o trio ficou reconhecido como Três Heróis por seus feitos durante a guerra. 

Twiright PrankEditar

Em EC 491, pouco após a morte do Rei Arth, a Rainha Anne procurou o conselho de Erluka sobre o comportamento estranho de sua filha, Riliane, receando que ela estivesse sob efeito de magia ou de algum demônio. Descobrindo sobre seus maus modos, e o repentino interesse em se tornar a herdeira, a feiticeira suspeitou que o ministro Presi Rogzé estivesse planejando alguma coisa, já que ele dizia que Riliane era a verdadeira herdeira segundo o desejo de Arth. Anne decidiu que pediria a Mariam para investigar e Erluka aguardou os resultados.

Depois de uma tentativa frustrada de assassinarem o príncipe Alexiel, a maga da corte foi até os aposentos do primeiro-ministro Genesia, tendo certeza do envolvimento de Presi. Chegando lá, ouviu sons e imaginou que Genesia estaria tomando ações decisivas em resposta aos movimentos de Presi. Entrou chamando o nome do primeiro-ministro e descobriu seu cadáver, ficando triste pela morte do ministro, apesar de ser um homem pervertido e desagradável.

Ouvindo a voz de Presi no quarto, Erluka viu o ministro sentado com a pequena Riliane, e perguntou o motivo da princesa estar ali. Após ver a criança comer carne, Erluka ficou receosa, e perguntou o que ela comia. A garota respondeu ser lebre, e Presi zombou de Erluka por esta ter pensado ser a carne de Genesia. Erluka acusou o ministro da morte de Genesia, e ele confirmou, dizendo tê-lo envenenado. Surpresa pela confissão, a feiticeira afirmou que era o fim dele.

Ele riu insanamente, e Erluka deduziu que ele enlouquecera. O ministro respondeu a Erluka dizendo que não seria o fim dele se ele a matasse, e Mariam, Leonhart e Alexiel. Erluka fez menção de responder, mas percebeu o antes inexistente poder mágico dentro de Presi. Ouvindo o ministro dizer que iria “pegar emprestado” algo de Riliane, ela perguntou o que ele escondia dentro de si. Quando Presi respondeu ser o que ela havia buscado nos últimos 500 anos, ela percebeu que se tratava de um Demônio do Pecado.

Enquanto ele continuava a rir, Erluka perguntou o que sua irmã, Prim, pensaria se o visse daquela forma, e o ministro ficou totalmente possuído pelo demônio. A feiticeira começou a lutar com o ministro, e acabou sendo subjugada pelo seu poder demoníaco. Quando estava prestes a ser morta, Mariam aparece e a salva. As duas lutam juntas, derrotam e matam Presi. Erluka sela o demônio no espelho de onde saíra, e acaba apagando as memórias de Riliane de seu irmão, como efeito colateral.

Tempos depois, Erluka estava lendo um livro enquanto seus companheiros falavam sobre os filhos que adotaram, tendo o príncipe Alexiel sido adotado por Leonhart e mudado seu nome para Allen. Mariam, então, perguntou a Erluka se ela procuraria uma aprendiz, já que não parecia ser do tipo que se casaria. Erluka respondeu prontamente: “Nunca”.

Reunião em Lioness Editar

Após a batalha, Erluka se encontrou com Kyle, Keel, Yukina, Germaine e Gumillia em um dos quartos do castelo e o Rei de Marlon explicou o que ocorreu entre Prim e Ney. Após, Kyle mostrou a taça, os espelhos e a boneca que ele tinha. Intrigada pelas semelhanças entre a boneca e Eva Zvezda, Erluka perguntou se aquilo realmente era um recipiente de pecado e o marlês a respondeu que a boneca foi modelada baseada na "Pecadora Original" e era um dos recipientes. Depois de muito analisar, a maga concordou.

Ela então pede a Gumillia que entregue os seus recipientes. Com a Espada de Venom e os dois espelhos junto aos recipientes que Kyle mostrou, Erluka sorriu satisfeita; indicando como eles tinham quatro recipientes, assumindo que só haviam quatro espelhos. Porém, ela logo se entristeceu ao ouvir que Kyle não sabia o que aconteceu com o Demônio da Luxúria.

Quando Keel perguntou se Erluka pretendia devolver a Espada Venom para ele, a feiticeira se recusou veemente. Desapontado, Keel questionou o que aconteceria se os demônios fugissem dos recipientes. A maga esclareceu que já havia colocado um feitiço para selá-los. Germaine interrompe a conversa, notando que eles ainda não se decidiram sobre o que fazer com Ney. Erluka e seus amigos encararam o corpo inconsciente da garota.

Yukina expressa sua opinião de que eles deveriam dizer a verdade a Ney, Erluka suspira e destaca que, de acordo com o que Kyle disse, ninguém poderia atestar algo para a assassina. A escritora então a encara, respondendo que o demônio destruiu o espírito de Ney. Perguntada se não havia como curá-la, Erluka explicou que magia não era onipotente e as chances de sucesso eram poucas, mesmo se tentassem.

Gumillia interfere, dizendo que deveriam tentar, exprimindo seu desejo por ouvir a assassina admitir que matou Michaela e se desculpar. Depois de muito tempo refletindo enquanto acariciava a cabeça de Ney, Erluka concorda, lamentando como era um esforço inútil. Depois que decidiram o que fazer com ela, Erluka explicou que voltariam a Bariti para se preparar, mandando Gumillia coletar os recipientes.

Recomeço da Busca Editar

O grupo então ouviu um ruído fora do quarto. Keel se ofereceu para conferir, dizendo ser o único totalmente ileso, eles então o escutaram falando com alguém fora do quarto, antes de ser rapidamente interrompido por um barulho estranho. Quando o quarto abriu e o quarto foi envolto por um feixe de luz azul,[1] Erluka viu uma mulher mascarada no vão da porta antes de ser desacordada.[2]

Assim que ela e os outros acordaram, eles notaram que os recipientes sumiram, Keel estava seriamente machucado e Ney foi assassinada. Erluka foi então levada a outro quarto para checar se ela precisava de tratamento.[1] Furiosa que os recipientes escaparam de novo, a maga se lembrou do que viu, notando que Abyss I.R. era, na verdade, o gato vermelho que ela sempre carregava e que a mesma tinha se apropriado do corpo de Mikina, após seu desaparecimento, para roubar os recipientes.

Erluka passou as próximas duas semanas procurando pela feiticeira junto a Gumillia e Germaine. Durante o período, ela compartilhou o que descobriu com suas companheiras. Ela por fim concluiu que a maga fugitiva deve ter ido para Lucifênia, devido ao impedimento de Marlon em Elfegor e a grande distância das outras nações.

Erluka então mandou Germaine procurar no território de Lucifênia e a espadachim concordou, enquanto Gumillia foi para Levianta, a Maga do Tempo continuou sua procura em Marlon. Após Germaine ter sucesso em derrotar Abyss I.R. e libertar Mikina, Gumillia e Erluka adquiriram a Taça de Conchita e a Colher de Marlon dela e selaram-nas.[2] Em EC 508, Abyss I.R. e a Neo Apocalipse causaram o Incidente dos Quatro Novos Cavaleiros, que acabou por envolver Erluka e sua aprendiz.[3] Por volta dessa época, a maga perdeu a Taça de Conchita para Abyss I.R., ficando somente com a colher.[4]

Jornada de Duas Magas Editar

Por volta de EC 531, Erluka se encontrou com Shaw Freezis e ele concordou que Erluka tinha permissão para usar livremente a riqueza e o poder da Fundação Freezis, formando um contrato.[5] Em EC 548,[6] Erluka e Gumillia começaram sua jornada ao Oriente em busca das Espadas Gêmeas de Levianta.

Em EC 549, elas encontraram uma grande muralha bloqueando o caminho e tentaram atravessá-la, quando um sentinela as interrompeu. Ele então explica que o rei ordenou que ninguém além do próprio povo tinha permissão de atravessar os portões. Incapaz de continuar, Erluka saiu junto a Gumillia e elas pintaram seus cabelos de preto, para fingir ter a etnia do guardião. Novamente no portão, elas foram impedidas e o homem disse que ninguém do país dele tinha uma pele tão clara.

As duas magas foram embora e então coloriram sua pele de uma cor escura como a da etnia do sentinela. Quando voltaram para a muralha, o guardião as interrompeu pela terceira vez, dizendo que ninguém do seu povo tinha olhos de cores tão estranhas. O homem então explica que ele e a muralha eram necessários para proteger o grande país e que as duas não deveriam ficar com raiva dele. Ouvindo isso, Erluka se enfureceu e invocou uma grande ventania que levou o guardião para longe. A maga e sua discípula, então, abrem os portões.

Quando as duas não viram cidade grande alguma além das muralhas, elas se perguntaram o que o guardião protegia e continuaram sua jornada. Logo, elas encontraram um vasto oceano.[7] As duas pegaram um barco e atravessaram o mar até chegar em Jakoku. Depois de falhar por anos em sua tentativa de encontrar as Espadas Gêmeas de Levianta, Erluka e Gumillia deixaram o país em EC 558 e retornaram ao Oriente.[6] Pouco tempo depois de Clarisse e sua ordem conventual, as Irmãs de Clarisse, criarem um sistema de exames para proteger a Nova Árvore Milenar, Clarisse deu permissão para Erluka e Gumillia entrarem livremente na floresta.

Repórter Investigativa Editar

Em algo momento, Shaw se encontrou com Erluka. Apavorado por estar ficando velho e mais próximo da morte, Shaw implorou que a maga o ensinasse o segredo da imortalidade. Incapaz de ensiná-lo, Erluka recusou. Algum tempo depois, ela descobriu que Michaela tem usado o seu poder para aumentar o tempo de vida de Shaw, violando uma regra de Held de não interferir com os humanos; por causa disso, ela discutiu com Michaela.[8]

Durante o sexto século, Erluka resolveu desaparecer do olhar público por causa de sua existência lendária estar sendo mais um problema. Aproximando-se de Shaw, a maga pergunta se ela e sua discípula poderiam se disfarçar como as bisnetas dele, Hanne e Heidemarie Lorre, para ajudar na busca dos recipientes do pecado. Shaw concorda com a ideia e Erluka se torna "Hanne" e Gumillia se torna "Heidemarie".

Para manter seu disfarce, Erluka comumente pintava seu cabelo de verde e usava um feitiço para mudar sua cor de olhos. Com a influência de Shaw, Hanne adquiriu uma posição na Companhia Jornalística Shuburke em Aceid, Elfegor e se tornou uma repórter investigativa para o jornal. Suspendendo contato com sua "irmã" por longos períodos, Hanne continuou a buscar os recipientes de pecado enquanto trabalhava como repórter.[9]

Ao longo disso, Shaw e Hanne constantemente brigaram um com o outro, fazendo as pazes de tempos em tempos.[10] Durante essa época, ela também se tornou próxima ao neto de Shaw, Dashaw e os dois se tornaram bons amigos.[11] Como Dashaw a mostrava seu carinho infinito por ela, a repórter notou que o homem estava apaixonado por ela.[12] Por volta desse tempo, Hanne se tornou próxima ao assessor de Shaw, Bruno Marlon, e constantemente o irritou com suas palhaçadas. Através de sua jornada como jornalista, Hanne conheceu e se tornou amiga próxima do policial Ayn Anchor, contando-o histórias de heróis lendários como Leonhart Avadonia.

Em EC 597, Hanne teve uma reunião de negócios com Dashaw na cidade de Lioness. Durante o encontro, a cidade foi repentinamente incendiada. Chocada pelo fogo se aproximando dela, a repórter foi empurrada para fora do caminho por Dashaw. Vendo seu sorriso depois que ele viu que ela estava a salvo, a jornalista assistiu seu amigo queimar vivo.[11] Descobrindo que alegadamente a autora do incêndio foi a famosa "Erluka Clockworker", Erluka se prendeu à sua identidade como Hanne enquanto ela e Shaw procuravam pelo verdadeiro culpado que estava causando problemas aleatoriamente. Em EC 608, Hanne visitou seu bisavô falso por algum tempo antes de retornar a Elfegor.

Ida ao Planalto Editar

Por volta de EC 609, Hanne encontra as memórias de Yukina Freezis e lê os seus escritos. Enquanto lia os registros de Yukina ao visitar Calgaround enquanto as magas estavam viajando ao Oriente, ela se tornou fixada à menção sobre a Flor do Planalto. Depois de descobrir que o manuscrito original de "Flor do Planalto" estar desaparecido, Hanne decide investigar mais sob o pretexto de estar escrevendo um artigo sobre o conto para o jornal Shuburke.

Após, a repórter consegue um encontro com a prefeita de Calgaround, Julia Abelard, em 31 de agosto do mesmo ano. No dia marcado, Hanne chama uma carruagem para levá-la até a cidade. Quando pararam no ponto de controle Kihel, ela observou o cenário chuvoso através da janela e os trabalhadores nas plantações enquanto a carruagem passava. Eventualmente, o cocheiro anunciou que eles chegariam ao Planalto Merrigod em vinte a trinta minutos.

Algum tempo depois, o cocheiro disse que logo ela veria os prédios da cidade. Logo, Hanne enxergou os prédios vermelhos de Calgaround; chocada, o cocheiro a pergunta se ela pensou que os prédios estavam em mau estado e ela admite que sim. O homem então diz que todos os prédios estavam assim, porém ele desconhecia se era algo tradicional ou um ocorrido recente. Hanne decide perguntar diretamente à prefeita sobre os prédios.

Ao chegar na cidade, Hanne rapidamente foi até a casa de Julia Abelard. Chegando lá, a repórter é recebida pela prefeita e se senta com ela e, aceitando uma xícara de chá-preto. Questionada sobre sua primeira impressão da cidade, a jornalista pensou um pouco e perguntou por que todos os prédios foram pintados de vermelho. Quando a prefeita explicou que era para demonstrar devoção à "Virgem Mãe", Hanne perguntou quem era e Julia a disse para olhar o retrato na parede à sua direita.

Notando que a pintura se parecia com Julia, a entrevistadora perguntou se era a mulher e ela nega; Hanne então arrisca se é Germaine Avadonia e a prefeita admite que é Meta Salmhofer. Entendendo que ela não deveria se aprofundar nessa questão, a repórter perguntou sobre a história da cidade. Após notar que grande parte do que Julia falava, ela já sabia, ela começou a simplesmente fingir que anotava em seu caderno, enquanto suspirava diante do que a prefeita falava.

Conto da Florista Editar

Depois de terminarem, Hanne então perguntou à política sobre Mikulia Calgaround e Julia entendeu que ela falava da Flor do Planalto. A repórter então explicou sobre como ela comumente ouvia a história e como Yukina Freezis tinha a escrito, mas o manuscrito original desapareceu. Ela então explicou que seus leitores adorariam ver algo sobre a "Flor do Planalto" que a mulher dissesse ao jornal. Como Julia aceitou, Hanne refletiu sobre os conteúdos escandalosos da história. A prefeita então perguntou o que ela sabia sobre a Flor do Planalto.

Em resposta, a jornalista pegou sua cópia do diário de Yukina na sua bolsa e contou que nada sabia além da descrição contida no livro, folheando até a página certa e lendo os planos da escritora de sair e pesquisar a história de Mikulia Calgaround. Indo até outras páginas, Hanne narrou como Yukina e Kyle visitaram Calgaround e conheceram melhor a história, com Yukina aprendendo que aparentemente havia coincidências ou "regras" no mundo. Após ler até um ponto, a jornalista fechou o livro e olhou para Julia. Ela então explicou que Yukina escreveu a história depois e que o manuscrito original tinha desaparecido. A repórter destacou que não sabia quais eram as regras que Yukina falava sobre, mas que ela poderia saber se alguém contasse a história.

Hanne então observou enquanto Julia pegava o livro de Hermann Bälz com a história de Calgaround, um registro dos nobres e suas famílias. Vendo o material sobre Gilbert e Mikulia, a jornalista pegou o livro e percorreu as páginas, encontrando nada de notável. Conferindo mais uma vez o registro, ela parou no nome de Gilbert e apontou quão cedo ele morreu. Julia então disse em um tom sombrio que ele foi dito como morto por uma doença e a repórter adivinhou, pelo tom de Julia, que ele fora assassinado.

Após sua suspeita se confirmar, Hanne perguntou se o conto da Flor do Planalto era sobre Mikulia assassinar Gilbert e a prefeita confirmou, destacando que não seria a primeira vítima da condessa. Com a repórter perguntando o que ela queria dizer, Julia questiona se ela deveria contar a história do início ao fim e a jornalista a viu pegar um vaso de rosas cor de esmeralda, chamadas de rosas greeonianas do planalto. Julia pergunta se Hanne as achou bonitas; perplexa, a mulher disse que elas eram lindas e então ouviu enquanto a prefeita explicava que Mikulia também era linda e amada por todos apesar de ser uma forasteira.

Hanne questiona se ela aquela terra não era de onde ela veio e ouviu Julia dar uma resposta ambígua, explicando que ela era uma florista. Surpresa pelo aspecto prático de um trabalho assim em um planalto cheio de flores, a repórter indagou sobre isso, mas a prefeita admitiu que não sabia de todos os detalhes, o único detalhe importante sendo que a beleza e popularidade de Mikulia fazendo rumores surgirem sobre ela. Hanne começou a acreditar que os rumores de que ela tinha matado Gilbert se espalharam por esse motivo e ouviu Julia explicar que, na verdade, ela se referia a duas pessoas que vieram e despareceram, o real motivo dos rumores.

A repórter então soube que dois esqueletos foram encontrados no fundo de um poço em sua mansão e que rumores sobre Mikulia ter matado os dois se espalharam, agravando os rumores de que ela envenenou Gilbert e se tornando a lenda da Flor do Planalto. Refletindo a história, Hanne perguntou à prefeita como Mikulia matou os homens e Julia contou as qualidades medicinais das raízes das rosas greeonianas do planalto como um sonífero, criando a medicina chamada de "Gift". A jornalista perguntou o significado do nome e se não era feito mais.

Hanne então soube que Gift era muito potente e uma dosagem errada podia matar, notando que o remédio era mais um veneno. Julia concordou e relacionou as rosas a Mikulia Greeonio, por causa da periculosidade de ambas, apesar de sua beleza. Após ponderar sobre o conto, Hanne finalmente perguntou à política que motivo Mikulia teria para matar seu marido. Depois que Julia deu uma resposta insatisfatória, Hanne decidiu que ela tinha suficiente para seu artigo, agradeceu à prefeita pela história e prometeu enviar uma cópia do artigo de jornal.

Julia, surpresa pela saída repentina da repórter, lembrou-se de sugerir à repórter que visitasse a biblioteca. Hanne questionou sobre a biblioteca e a prefeita explicou que ela fora construída há muito tempo e deve conter documentos mais detalhados sobre a história, com um retrato de Mikulia e Gilbert pendurados de decoração. Perguntando sobre o quadro, Hanne descobriu que ele fora pintado por Gumina Glassred enquanto a artista visitava a cidade; interessada, ela aceitou a oferta e saiu da mansão, dirigindo-se à biblioteca.

O Manuscrito Desaparecido Editar

Na biblioteca, Hanne notou que não havia alguém na recepção e entrou silenciosamente por si só, coçando a cabeça por causa da sujeira do local. Depois de procurar, ela eventualmente encontrou o quadro de um homem jovem com bigode e uma mulher se sentando ao seu lado, notando que esse era o retrato de Gilbert e Mikulia. Assustada pela aparência da moça, a repórter encarou a pintura até ser cumprimentada por um homem utilizando um pano em volta de sua cabeça e seu rosto.

Confirmando que o homem era o bibliotecário, ele a perguntou se ela se interessou pelo retrato. Hanne respondeu, apresentou-se e explicou que veio à cidade para estudar o caso da Flor do Planalto, antes de ser interrompida pelo homem, que afirmou já saber sobre ela por causa da prefeita. Depois que ele a ofereceu uma visita aos cofres antigos para pesquisa, ela aceitou e o seguiu até o lugar ordenado. O bibliotecário então diz que estaria limpando e que ela deveria chamá-lo se necessário, Hanne então esperou ele sair e começou a olhar as prateleiras.

Procurando rapidamente por livros de quatro séculos atrás, Hanne examinou livros de a partir do quarto século e encontrou o livro "Viagens em Evillious" de Zenos Jacques. Vendo a grande quantidade de ilustrações do livro, ela leu sobre o encontro de Zenos com a Ladra Fantasma Platonic, a filha de um nobre de Calgaround, e notou a descrição da ladra. Depois de inutilmente buscar por mais livros envolvendo Platonic, Hanne caminhou até a recepção e ouviu sons vindo da porta atrás do balcão.

Indo para detrás da mesa de recepção, a mulher viu um livro velho sob o balcão. Ao reconhecer que era o manuscrito original de "Flor do Planalto", Hanne pegou o livro; abrindo a porta com um chute, ela agarrou o bibliotecário pelo colarinho e ordenou saber por que o livro estava ali. Quando o homem perguntou sobre o que ela estava falando, ela o estapeou e disse para ele não se fingir de desentendido, explicando que livros na Lista de Perdidos da Fundação Freezis tinham que ser devolvidos à Fundação logo após serem encontrados.

Como o bibliotecário continuava a fingir que era um mal-entendido, Hanne disse que a Polícia Mundial não iria aceitar algo assim como desculpa e que ela planejava denunciá-lo, já que ela também ficaria suspeita de uma venda ilegal, como uma repórter da Companhia Jornalística Shuburke sob a proteção da Fundação Freezis. Quando o homem explicitou sua confusão, a repórter explicou que a posse do manuscrito poderia somente não ser reportada se ele não soubesse que era um Conto de Fadas Freezis ou que estivesse na Lista de Perdidos, já que o manuscrito só poderia ser comprado no mercado negro.

Diante do ceticismo do homem sobre ela denunciá-lo, Hanne também disse que a sua irmã trabalhava na força policial e que suas ameaças não deveriam ser desconsideradas. Em resposta, o homem admitiu que teve seus vestígios apagados por Père Noël. A jornalista então o soltou e disse que o deixaria ir com uma condição: ele diria a ela quem vendeu o livro para ele. Notando que ele ainda estava relutante, ela reafirmou que ela não diria qualquer coisa sobre isso e que ele deveria escolher entre ela e a Polícia Mundial. A mulher insistiu que não colocaria sobre ele em seu artigo de jornal.

Hanne prestou atenção enquanto o bibliotecário eventualmente admitiu que ele comprou o livro com um homem de cabelos azuis em Toragay que se dizia o líder da Père Noël. Perguntando o seu nome, ela soube que o homem utilizava uma máscara e, por causa disso, o bibliotecário não sabia. A repórter ficou refletindo, até que o homem fugiu pela janela. Decidindo que não o perseguiria, ela retornou até o cocheiro e disse que estava indo embora, explicando que ela planejou ficar durante a noite, mas que negócios urgentes apareceram. O homem então perguntou se eles iriam para Aceid e a repórter o informou que estavam indo a Toragay.[13]

Morte do Marquês Editar

Em Toragay, Hanne fica em um hotel. No dia seguinte, ela resolve visitar o Marquês Kaspar Blankenheim, mas, chegando na mansão, foi atendida por um homem elfe, que a perguntou o que ela estava fazendo ali. A repórter imediatamente questiona se ele é o homem da casa e ele responde que é. Logo que ela declara sua intenção de ver Kaspar, ele pergunta se ela é alguém próximo ao marquês e Hanne mente que é. O homem então revela que o Sr. Blankenheim morreu e Hanne se assusta, começando a interrogá-lo sobre quando e como isso aconteceu.

Ele então insiste que a mulher se acalme e pede que ela diga quem é primeiro, ela então se identifica como Hanne Lorre, repórter da Companhia Jornalística Shuburke. O homem, surpreso, fica visivelmente irritado e ordena que ela saia, citando que ele não tem que dizer algo a ela. Hanne então diz que é uma história interessante e que "relutantemente" teria que escrever um artigo tendencioso se não soubesse detalhes, se perguntando se o título deveria ser "Marquês Blankenheim. Assassinado!".

O homem imediatamente ordena que ela espere, depois de admitir que algo matou Kaspar, ele rapidamente afirma que foi uma doença, repetindo confiantemente que era uma doença. Ela então diz, sorrindo, que o resto da vizinhança gostaria de ouvir sobre isso. Ele então desiste de expulsá-la e deixa a repórter entrar.

Depois de se sentarem na sala de estar, o homem se apresenta como o Doutor Marx Felix, médico de Toragay, e Hanne pergunta qual era a relação dele com Kaspar Blankenheim. Marx confirma que sua filha é a esposa do marquês e portanto ele é o sogro. Ele então conta sobre seu trabalho como médico e suas visitas para checar a condição de Kaspar, que andava muito exausto fisicamente nos últimos dias, ele diz que foi ao visitar Kaspar nesta manhã que encontrou o cadáver.

Marx conta que encontrou o corpo com uma mulher junto a ele e Hanne indaga se a esposa do marquês também morreu, Dr. Felix nega, informando que não era sua filha mas outra mulher. Hanne então pergunta se Kaspar traía sua esposa e o médico confirma, pedindo para ela evitar colocar isso no seu artigo; Hanne concorda.

A repórter questiona se a Marquesa Blankenheim estava bem e Marx admite que ela está no quarto de trás. Quando Hanne demonstrou interesse em ouvir o que ela tinha a dizer, o médico se desculpou e disse que ela estava chocada e era melhor tratá-la gentilmente no momento. Quando a jornalista perguntou a causa da morte, ele insistiu que era uma doença e ela pediu os detalhes.

Marx se levantou e pegou algo do armário, mostrando-o a ela e dizendo que era provavelmente a causa. Quando ela perguntou se era tabaco, o médico se surpreendeu e disse que uma repórter da Companhia Jornalística Shuburke saberia sobre o que é popular, mostrando que o produto do Novo Mundo era muito utilizado pela nobreza de Elfegor. Ele explicou que particularmente não recomendava, já que acreditava que o produto era prejudicial à garganta e aos pulmões.

Hanne ouviu atentamente enquanto o médico dizia que o marquês era um fumante assíduo e morreu por causa disso, Marx afirmou que as gargantas inchadas dos cadáveres provavam isso. Insatisfeita, ela perguntou se não era cedo demais para afirmar isso, ele então se zangou e disse que era o médico de Toragay e já disse que a causa da morte era falha respiratória por causa de tabaco.

A jornalista indagou se se ele já contatou a Polícia Mundial e ele afirmou que estava esperando-os quando ela chegou. Marx então insistiu que já tinha dito o suficiente e que ela podia simplesmente ouvir a Polícia Mundial, depois que eles terminassem a investigação, ou os afiliados na Fundação Freezis. Hanne pede então para ver o corpo de Kaspar e o médico permite, mas pergunta se ela não desmaiará ao ver o cadáver.

Ela o encara e diz que está tudo bem, já que ela se acostumou a ver cadáveres, sendo parte de seu trabalho. Marx a leva até o quarto do marquês e a Polícia Mundial chega para investigar a morte de Kaspar; Hanne fica na cidade estudando a morte de Kaspar e a organização criminosa Père Noël por dois dias, depois de concluir que o marquês era o líder da organização, ela retorna a Aceid, para a sede da Companhia Jornalística Shuburke.

Encontro em Marlon Editar

Em setembro, no seu local de trabalho, Hanne é chamada a comparecer na sede da Fundação Freezis, em Marlon, e viaja. Lá, ela é recebida por Bruno, que a leva até Shaw, encontrando o velho líder da fundação com suas empregadas. A repórter pergunta sobre como o negociante estava e ele admitiu se sentir horrível, sabendo que era o normal para a idade dele e que tinha que agradecer por ter vivido tanto. Shaw então perguntou se ela preferia privacidade no quarto e Hanne negou, pirraçando que Bruno não gostaria de vê-los sozinhos.

A repórter perguntou se Shaw tinha encontrado "aquilo" e o homem lembrou-se de como "aquilo" trouxe tantos problemas a seus pais. Hanne garantiu que, com a ajuda do executivo, ela seria capaz de realizar seu desejo e ele agradeceu e começou a explicar que o objetivo deles estaria em Toragay. Ela se surpreende e Shaw pergunta se ela tinha encontrado algo lá e a mulher diz que é outra coisa, Shaw insiste que ela diga o que é.

Hanne começa a explicar sobre a misteriosa morte do Marquês Blankenheim e que ela não acredita no diagnóstico do sogro do marquês, que afirmava que foi por causa de uma doença. Quando Shaw pergunta se ela achava que um crime ocorreu, Hanne fala que era só sua suspeita e não tinha evidências; depois de destacar que era somente intuição, ela falou sobre como as memórias de Yukina falavam que muitas "coincidências" se tornaram "leis".

Shaw então ri e diz que não pode mais ajudar se ela já está procurando em Toragay. Hanne responde que ela necessitaria de informação e o mercador cita o mantra de seu pai, destacando que informação é realmente importante. Quando Shaw a pergunta se ela já sabia da ligação de Père Noël com Toragay, a repórter afirma que, em sua investigação, concluiu que Kaspar era o líder da organização, o que significava que eles perderam seu chefe.

Os resultados de Hanne impressionam Shaw, mas ele nota que há uma inconsistência grave. Depois de um ataque de tosse, o homem explica que quem liderava Père Noël era supostamente uma mulher que comumente visitava a cidade de Toragay, ele ainda disse que a mulher afirmava ser uma "maga", apesar da veracidade do título ser desconhecida. Curiosa, Hanne pergunta o nome da mulher e Shaw responde que é "Erluka Clockworker".

O homem afirma que ele colocaria a Polícia Mundial sob o controle de Hanne, para que ela investigue o problema, e ela olhou para Bruno, respondendo que isso não seria aceito muito bem, o que resultou em Shaw gargalhando e balançando a cabeça. Ele a garante que ele morreria logo, então não se importava do que os outros pensariam sobre ele usar a organização de maneira egoísta.

Ele ainda a prometeu que faria Heidemarie ajudá-la assim que a policial terminasse seu caso atual. A jornalista garantiu que já teria terminado tudo antes disso e Shaw a encorajou a encontra essa Erluka sobre a qual ele ouviu. Shaw então tosse de novo e resolve dormir, Hanne sai do lugar com as novas informações para começar sua investigação.[14]

Dois Médicos Editar

Durante as duas próximas semanas, Hanne investigou o caso e documentou seu progresso. Em 19 de setembro, ela retornou para Toragay e se encontrou com Ayn Anchor, na base da polícia, e ele pergunta por que ela está incomodando-o quando está ocupado. Ela aponta que os policiais estavam parados e Ayn admite que a investigação estava desacelerando e Hanne o pirraça pela incompetência. O investigador garante que tudo que o testemunho do Dr. Felix é suficiente e ela fica chocada, sem acreditar que a polícia aceitou o testemunho assim. O policial afirma que eles não só aceitaram como deixaram Marx autopsiar o corpo.

Quando a jornalista exige saber o que ele está escondendo, Ayn garante que ninguém está ouvindo e revela sobre as possíveis relações do marquês com o mercado negro e os dois conversam sobre os hábitos caros e a decadência financeira de Kaspar. Ayn porém afirma que a Polícia Mundial sofreu pressão da Fundação Freezis e não pode mais investigar o assunto, pedindo a Hanne que investigue sobre, já que ela é livre dessa influência. Hanne então pergunta sobre a origem do nome de Ayn e conta sobre a vida de Clarisse e como um guerreiro de Elfegor chamado Ayn a protegeu.

Hanne então o comove com a história do corajoso guerreiro que morreu lutando e Ayn se sente motivado a investigar o mercado negro e o caso dos livros dos Freezis aparecendo em ocasiões relacionadas a Kaspar. Hanne insiste que estava mais interessada em saber se a morte havia sido assassinato e Ayn nega. A jornalista insiste que existem maneiras de encobrir isso e quando o policial afirma que não há como ser envenenamento, ela insiste que Marx e Margarita devem ter mentido. O investigador então sugere que ela fale com os médicos que fizeram a autópsia e se adianta para arranjar um encontro entre ela e Puérick Rogzé.

Na mansão dos Felix, Hanne encontra Marx em uma condição crítica. Alguns dias depois, ela viaja para Lucifênia, onde visita o Dr. Rogzé e os dois discutem sobre a morte de Kaspar e a situação de Marx, a repórter e o médico discutem sobre a possibilidade de veneno e Puerick afirma que não existiam sinais de envenenamento em Kaspar e sua amante.

Puerick então pega um frasco de uma medicina chamada "gift" e Hanne a reconhece como um sonífero de Calgaround, mas o médico explica que aquela versão foi criada por Plus Rogzé e era bem mais tóxica que a original. Puerick então explica como a filha de Plus tentou matar o rei de Lucifênia e Hanne diz conhecer a história, sendo elogiada. O médico explica que se o marquês fora envenenado, gift seria naturalmente a droga usada, pois era indetectável em épocas anteriores.

Hanne pergunta se seria detectável hoje em dia e Puerick afirma que é um veneno feito por sua família, mas que não poderia passar despercebido. Finalizando, Hanne agradece a valiosa história e se levanta, Puerick a cumprimenta por desperdiçar seu tempo conversando com um velho, ao que a repórter responde que não é tão jovem e ri; o médico decide que não se deve perguntar a idade de uma dama.

Saindo da Mansão Rogzé, Hanne encontra o cocheiro esperando na entrada e ele lhe pergunta aonde deve ir, a mulher diz que quer ir a Toragay, mas logo muda de opinião e pede para ir à Zona Norte de Aceid. Ela o pede para acordá-la quando chegarem e adormece.

Suspeitas sobre a Viúva Editar

Em 28 de setembro vai ao funeral de Kaspar, onde vê Bruno representando a Fundação Freezis; por um instante, ele a olha com uma cara séria de desprezo. Após a procissão terminar, ela vê a Marquesa Blankenheim remover seu véu e então nota sua semelhança com Mikulia. Incapaz de se controlar, Hanne começa a gargalhar, sendo encontrada por Ayn. O policial então a expulsa da igreja, resmungando sobre o que a repórter fez. Hanne se desculpa por sempre causar problemas a ele e sai.[10]

Em 6 de outubro, após as investigações sobre Marx acabarem, Hanne foi ao encontro de Ayn. O oficial então a informa que a conclusão do caso do Dr. Felix foi decepcionante, com a causa do coma sendo declarada uma doença desconhecida e todos os policiais abandonando o caso, somente ele ficando como voluntário. Hanne pergunta por que ele ficou e Ayn conta que oficialmente está lá para garantir que não aconteçam mais infecções.

Ayn conta que não há oficiais guardando a Mansão Blankenheim, sendo essa uma oportunidade perfeita para a jornalista investigar Margarita. Hanne pergunta o que o que o policial fará por sua vez e ele admite que continuará investigando o mercado negro e a relação de Kaspar Blankenheim com ele. Hanne questiona se ele realmente pode fazer isso e ele afirma que as consequências só se aplicariam a ele.

A repórter insiste em sua dúvida sobre Ayn ser capaz de investigar algo assim sozinho, ele afirma que não há outro jeito, afinal, não havia mais a quem recorrer. Hanne então propõe chamar Heidemarie, divertindo-se por causa do relacionamento entre os policiais. Ayn cora e avisa que não há mais algo entre ele e Heidemarie. Hanne pede detalhes e Ayn explica o que aconteceu após a semana de namoro deles, sendo respondido com as condolências de Hanne. A repórter comenta sobre como Heidemarie mudou e o policial afirma que ela não mudou tanto quanto à sua essência.

No mesmo dia, Hanne vai até a Mansão Blankenheim. Chegando lá, é recepcionada por Margarita e a elogia dizendo que ela tinha a face de uma boneca, a marquesa sorri de contentamento. A jornalista pede para entrevistá-la sob o pretexto de um artigo em memória de Kaspar e a garota permite que Hanne entre na mansão.

As duas vão para o quarto de Margarita, onde Hanne comenta que o cômodo parece solitário. A Marquesa Blankenheim explica que havia muitos pertences no quarto, mas seu marido vendeu todos, ela esclarece que apesar de gostar dos objetos, eles eram simples decorações. A repórter pergunta se ela se irritou com as atitudes do marido e Margarita pediu explicação, porém, quando Hanne começou a falar, a viúva a interrompeu dizendo que ela não ficaria brava já que isso fazia Kaspar feliz.

Mudando de assunto, Hanne pergunta sobre os problemas financeiros dos Blankenheim e a garota sorri, afirmando que mesmo que eles tenham passado por tempos difíceis, não estava sendo assim ultimamente. Ao ouvir que Kaspar tinha começado um novo negócio, Hanne pede detalhes, mas a marquesa afirma não saber muito, já que não gostava de se intrometer no trabalho do marido. A entrevistadora insiste, perguntando se ela conhecia algum colega de trabalho de Kaspar e recebe a sugestão de perguntar à parceira de negócios do falecido marquês, Erluka.

Hanne responde que o nome "Erluka Clockworker" apareceu em toda a história e Margarita se desculpa, desconhecendo a fama de Erluka, só sabendo que ela era uma maga. A jornalista indaga se Margarita tinha uma má relação com ela e a marquesa afirma que Erluka era sua melhor amiga. Estranhando a situação, Hanne pergunta como Margarita não conhecia a identidade de sua amiga mais próxima, logo Margarita esclarece sobre sua proximidade com a amiga. Enquanto Hanne tentava interpretar toda a informação, Margarita pede que a repórter conte mais sobre Erluka.

Ela conta o quanto Erluka foi importante no Incidente Venomania e no Desaparecimento de Banica Conchita. Ao contar sobre a participação da maga nos Três Heróis de Lucifênia, Hanne é interrompida por Margarita, que afirmava que até ela sabia da história dos Três Heróis, mas desconhecia a participação de Erluka. Hanne nota a confusão de Margarita ao não entender como Erluka não parecia ser muito velha, mesmo os Três Heróis tendo agido mais de um século atrás e sugere a possibilidade do nome "Erluka" ter sido usado por várias magas poderosas através das gerações.

Hanne nota a excitação de Margarita por sua amiga ser uma maga digna do nome e levanta o assunto do incêndio que ocorreu em Lioness, cuja suposta culpada foi Erluka. Após um longo silêncio em que Hanne se lembrava de seu amigo que morreu no incêndio, Margarita questiona se ela está bem. A repórter pergunta onde Erluka estaria agora, mas a marquesa a informa que não tem visto a amiga recentemente, nem mesmo no funeral, apesar de Erluka ser ocupada e sempre ter algo a fazer, visitando a mansão em ocasiões aleatórias.

Insatisfeita, Hanne indaga se a maga vivia na cidade e Margarita afirma que ela provavelmente morava bem longe, já que Kaspar sempre a agradecia pelo trabalho todo de vir até a mansão, mas a marquesa não sabia de onde a feiticeira vinha. Finalmente, Hanne pergunta quando a mulher veio à mansão na última vez e descobre que foi em 25 de agosto. A jornalista conclui que não tinha como a culpada ser Erluka, já que uma pessoa não desapareceria com os policiais vigiando a cidade.

Inspecionando a Mansão Editar

Hanne pede para olhar melhor a mansão para seu artigo sobre Kaspar e Margarita dá-lhe permissão, sugerindo que veja primeiro a sala de jantar. Indo da luxuosa sala de jantar até a simples cozinha, a viúva explica que aquele é seu lugar favorito, já que ela que cuidava das refeições, por causa da escassez de servos; Hanne enrola, dizendo que quem cozinhava em sua casa era Heidemarie, sua irmã, nunca havendo problemas com comida em sua casa.

Enquanto contava a história, Hanne notou que Margarita inclinou sua cabeça para trás, a marquesa disse que sentia como se já tivesse conversado com ela, mesmo tendo se conhecido agora. Intrigada, a jornalista pergunta se ela conhecia alguém com o mesmo rosto e Margarita diz que não, mas Erluka havia lhe dito que sempre pode haver três pessoas com o mesmo rosto no mundo.

Personalidade e Características Editar

Erluka sempre foi caracterizada por sua personalidade preguiçosa e provocante. Ela era conhecida por sempre provocar os outros com comentários desnecessários ou maliciosos. Apesar de sua calma, muitas vezes seu humor mudava e a mulher tornava-se raivosa. Erluka nunca demonstrava quando estava estressada ou chateada. A feiticeira também era conhecida por ser muito vaidosa. Apesar de parecer indiferente, Erluka sempre importou-se com seus amigos e companheiros, tentando impedir suas mortes ou qualquer outra coisa que lhes machucassem. 

Habilidades e Talentos Editar

Erluka foi uma habilidosa e respeitável feiticeira. Seu poder era tão grande que a mulher conseguiu até mesmo juntar-se à corte lucifeniana. Sua mais notável habilidade era sua imortalidade. Erluka também tinha a habilidade de trocar de corpos; quando a troca ocorria, sua imortalidade e seus poderes iam juntos para o outro corpo. Após trocar de corpos com Lukana Octo, ela adquiriu a habilidade de ver o futuro através de sonhos. 

Ela era uma mestra na arte da encarnação, sendo capaz de fazer espíritos encarnarem como humanos ou animais. Erluka também sabia fazer exorcismos e selamentos, e, por mais que alguns sempre fossem mais difíceis, a mulher nunca teve uma falha. A feiticeira também sabia usar a Arte Secreta Mecânica, porém, preferia não usá-la devido a seus riscos e consequências. Erluka sabia muito sobre propriedades mágicas de animais objetos, sendo capaz de sacrificar um ziz tiama para que uma chuva iniciasse-se.  

Ao adquirir a alma de Eva Moonlit, Erluka se tornou capaz de utilizar as habilidades de Eva, invocando relâmpagos poderosos e hipnotizando pessoas; a hipnose era potente suficiente para reescrever e induzir memórias. Erluka também tivera acesso a todo conhecimento de Eva. 

Além de suas habilidades mágicas, Erluka tinha habilidades comuns notórias. Ela era uma costureira capaz e reparava danos nas suas roupas com suas próprias mãos. Erluka também tinha conhecimento sobre muitas culturas, não tendo dificuldade de se adaptar a novos locais. Como uma repórter do Jornal Shuburke, ela matinha-se informada o tempo todo. 

Relações Editar

Held: um amigo de Erluka. A mulher importava-se com o deus, indo a procura dos recipientes dos pecados a seu pedido e protegendo-o de qualquer perigo. Ela costumava procurá-lo para que ele lhe aconselhasse; porém, sempre acabava irritando-se com o deus por este lhe apontar seus defeitos ou cair no sono durante a conversa.

Irina Clockworker: arqui-inimiga de Erluka, as duas se chocaram muitas vezes durante a história. Erluka demorara muito tempo para descobrir a verdadeira identidade da maga do gato vermelho que a perseguia; a inimizade das duas se prolongou até seu trágico final. 

Eva Moonlit: feiticeira que muitas vezes Erluka encontrou. Erluka soube sobre o pecado original de Eva e acreditou que a feiticeira tivesse desaparecido do mundo após sua morte, sem saber que algumas das figuras que encontrara eram identidades que Eva assumiu. Erluka mais tarde absorveu a alma de Eva, adquirindo seus poderes e memórias. 

Lukana Octo: uma mulher que trocou de corpo com Erluka. Erluka trocou de corpos com Lukana para impedir que I.R. tomasse seu corpo, que tinha um alto nível de magia. Erluka usou o corpo de Lukana durante centenas de anos, assim como a alfaiate usou o corpo de Erluka até sua morte.

Gumillia: a aprendiz de Erluka. Erluka escolheu-a como sua aprendiz devido sua facilidade com a magia. Erluka irritava-se com a garota por causa de sua curiosidade e falta de personalidade. Ela se importava com Gumillia, salvando-a da Caça ao Verde e tendo-a como companheira durante vários séculos. Ela confiava em sua aprendiz ao máximo, confiando-lhe tarefas difíceis e arriscadas.

Michaela: uma discípula de Erluka. Erluka costumava brincar com Michaela quando a mesma era um espirito; achando-a um ser fácil de se conviver e, mais tarde, útil para encontrar os recipientes dos pecados. Erluka se importava com Michaela, avisando-a sobre a Caça ao Verde e chorando ao ver que Michaela não iria fugir.  

Mariam Futapie: outro membro dos Três Heróis, as duas desenvolveram uma grande amizade no tempo em que serviram ao Rei Arth I. Erluka e Mariam respeitavam as habilidades uma da outra e reconheciam sua importância para o reino. Elas, porém, comumente discutiam e tinham discordâncias, incluindo sobre o reinado de Riliane. Erluka se assustou com a possibilidade da morte de Mariam e tentou salvá-la; falhando, entristeceu-se com sua morte.  

Leonhart Avadonia: outro membro dos Três Heróis, os dois desenvolveram uma grande amizade no tempo em que serviram ao Rei Arth I. Erluka tinha dificuldade em expressar seus sentimentos sobre ele e comumente o destratava; mas apesar disso, provou apreciar seu relacionamento, lamentando sua morte junto a Mariam.  

Trívia Editar

Conceito e Origem Editar

  • O sobrenome de Erluka, Clockworker, refere-se as engrenagens de um relógio e, literalmente, a alguém que trabalha com engrenagens. Seu sobrenome é uma possível referência a série "Canção de Ninar Mecânica".
  • O nome de Erluka é inspirado em sua VOCALOID, Luka, contendo "Luka" no final do nome.
  • Sua obsessão por polvos é uma referência a "Tako Luka" e sua respectiva VOCALOID.

Curiosidades Editar

  • Mothy disse que a personalidade de Erluka é semelhante a sua quando bêbado.
  • Ela e sua VOCALOID, Megurine Luka, fazem aniversário no dia 30 de janeiro.
  • Em "Epopeia do Mal: Fanbook de A Filha do Mal", Erluka foi votada, pelos fãs japoneses, como a quarta personagem favorita da série "A Filha do Mal".
  • O hobby de Erluka, a costura, é uma referência a Lukana Octo, uma costureira e antiga dona de seu corpo atual.

GaleriaEditar

Referências Editar

  1. 1,0 1,1 Filha do Mal: Praefacio Azul - Capítulo 3, Seção 2
  2. 2,0 2,1 Filha do Mal: Praefacio Azul - Capítulo 4, Seção 2
  3. Epopeia do Mal: Fanbook de Filha do Mal - Erluka
  4. Heavenly Yard
  5. Epopeia do Mal: Fanbook de Filha do Mal - Shaw
  6. 6,0 6,1 A Mira de Nêmesis - Linha do Tempo
  7. Jornada de Duas Magas ~Grande Muralha e Sentinela~
  8. Os Pecados Capitais: Presente da Princesa do Sono - Capítulo 7
  9. Os Pecados Capitais: Presente da Princesa do Sono - Capítulo 6
  10. 10,0 10,1 Os Pecados Capitais: Presente da Princesa do Sono - Capítulo 3
  11. 11,0 11,1 Os Pecados Capitais: Presente da Princesa do Sono - Capítulo 4
  12. Os Pecados Capitais: Presente da Princesa do Sono - Capítulo 5
  13. Os Pecados Capitais: Presente da Princesa do Sono - Capítulo 1
  14. Os Pecados Capitais: Presente da Princesa do Sono - Capítulo 2

Interferência de bloqueador de anúncios detectada!


A Wikia é um site grátis que ganha dinheiro com publicidade. Nós temos uma experiência modificada para leitores usando bloqueadores de anúncios

A Wikia não é acessível se você fez outras modificações. Remova o bloqueador de anúncios personalizado para que a página carregue como esperado.