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Lucifenia

O brasão de Lucifênia.

Lucifênia[1], também conhecido como País Amarelo, fora um país no continente de Bolganio

HistóriaEditar

OrigensEditar

Lucifênia fora originalmente um território do Império Belzeniano, que prosperava sob a linhagem de duques D'Autriche. Em EC 399, Lucifênia conseguiu sua independência com o incentivo de um dos duques, que adotou o nome de Lucifênia I e foi coroado como o monarca do novo país[2]. Com o Rei Lucifênia comandando seu exército de soldados vestidos em amarelo, a nação ficou conhecido como País Amarelo desde então[3].

Reino de LucifêniaEditar

Seguindo as políticas expansionistas do Príncipe Arth, Lucifênia teve vários territórios anexados durante guerras declaradas contra seus vizinhos Asmodim e Belzênia[4]. Com a morte de Arth em decorrência da Gula que contraiu durante uma invasão a Belzênia, a guerra de expansão terminou. Os três maiores contribuidores para o sucesso da guerra de expansão ganharam prestígio como os Três Heróis. Com a morte de Arth, Rainha Anne, sua esposa e sucessora, governou Lucifênia focando em desenvolver seus novos territórios e o reino prosperou até sua morte em EC 499[5].

Royalpalacemanga

O Palácio Real de Lucifênia, como visto no mangá. Durante o Reino de Lucifênia, ele era a sede do governo e símbolo do poder Lucifeniano.

Anne foi sucedida por sua filha, Princesa Riliane, conhecida como A Filha do Mal por conta de seu regime tirano. Em EC 500, Lucifênia invadiu o Reino de Elfegor e realizou o genocídio da população de mulheres de cabelo verde, posteriormente chamado de Caça ao Verde, que cessou após a morte do alvo. Pouco depois, a Resistência de Lucifênia ganhou impulso e tomou o país, começando o processo da Revolução Lucifeniana. Depois de várias semanas de guerra civil, Riliane foi deposta, presa e executada publicamente em 26 de Dezembro de EC 500[6].

Principado de MarlonEditar

Depois da revolução, o país foi incorporado como um principado de Marlon e o Reino de Lucifênia foi abolido. Sob o governo do Rei Kyle Marlon, Lucifênia foi usada para facilitar a conquista de outros países de Evillious por Marlon[4]. Após a morte da Rainha Prim em EC 505, a guerra com os países vizinhos cessou[7]. Em EC 510, o Rei Kyle Marlon retornou o controle da nação para seu governo e o país foi reorganizado como uma república[8].

República LucifenianaEditar

Em agosto de EC 609, a senadora Julia Abelard foi eleita como a nova presidenta da república[9]. Em novembro deste mesmo ano, um caso de assassinatos em série em Rolled ocorreu, e o autor dos crimes, Lemy Abelard, foi morto em 26 de dezembro. Em janeiro do ano seguinte, Presidenta Abelard renunciou à presidência e fugiu para Elfegor[10].

USEEditar

Mais tarde a república foi incorporada ao USE como parte do Tratado de Aishiker em EC 878. Em EC 993, Lucifênia foi invadida por Elfegor, causando guerras por toda Evillious[11]. Lucifênia foi liberta em EC 998, com a assistência do exército de USE[12].

Fim do MundoEditar

No ano de EC 998, Lucifênia foi totalmente decimada por Punição. Com o fim do Terceiro Período, uma ilusão do palácio real foi criada pelas almas que residiam no lugar, e um jantar foi realizado pela Princesa Riliane.[13]

Geografia e ClimaEditar

Lucifenia EC500

O Reino de Lucifênia durante seu auge, em EC 500.

Lucifênia se localiza diretamente abaixo de Elfegor e acima de Belzênia, com Asmodim fazendo fronteira a leste. No seu auge, o Reino de Lucifênia controlou vários territórios anteriormente controlados por seus vizinhos e englobava diversas paisagens, desde o Deserto de Babul a leste e as montanhas Lavolle a sul. O rio mais importante do país cortava o centro de seu território e passava por sua capital antes de desaguar no Mar Hark.

Em geral, Lucifênia tinha um clima fresco durante todo o ano. Durante o inverno nevava em certas áreas e durante o verão era especialmente ensolarado.

Governo e PolíticaEditar

Estrutura de PoderEditar

Logo após sua independência, o governo lucifeniano era regido por um único monarca que tinha boa parte do poder do governo. Abaixo do monarca haviam múltiplos ministros que administravam a economia e questões interiores e exteriores da nação, liderados pelo primeiro ministro que presidia sobre o gabinete de ministros e agia como o assessor oficial do monarca. Abaixo dos ministros estavam os condes, aristocratas que governavam territórios do monarca em seu lugar. Cada posição do governo era sujeita a uma linha de sucessão hereditária, com o homem primogênito comumente recebendo a posição e título. Em casos onde nenhum herdeiro legítimo existia, a herdeira mulher mais próxima era escolhida[6].

Com a dissolução do Reino de Lucifênia e a sua ocupação por Marlon, Lucifênia funcionou como uma extensão dos territórios de Marlon e por isso era submisso às leis e administração deste[4]. Depois de Rei Kyle retornar o controle da nação, o governo se reorganizou como uma república[8]. A nova República Lucifeniana incorporou um sistema parlamentarista similar ao de Marlon, que era composto de deputados e senadores, e liderado por um presidente eleito democraticamente. Porém, devido a continuada existência da aristocracia, muitas das posições do governo continuaram a ser mantidas ou influenciadas por famílias descendentes de nobres[9].

Forças Armadas Editar

Os soldados do reino eram treinados para ser extremamente leais a Família Real Lucifeniana e eram especialistas em usar o ataque para conseguir a vitória. Porém, os comandantes e ministros eram seriamente inexperientes em táticas defensivas e poderiam ter problemas em lidar com uma força atacante[6].

As forças armadas do reino eram dividas em múltiplos ramos, com o Supremo Comandante no topo e três generais abaixo dele. Os comandantes serviam ao monarca e o seu gabinete de ministros, deixando os generais como apenas conselheiros para os políticos[5].

Um ramo específico das forças armadas era a Guarda Real Lucifeniana, carregada da proteção da família real e o monarca governante. Este era liderado pelo Capitão da Guarda Real, que organizava e gerenciava os guardas no Palácio Real[6].

Sociedade e CulturaEditar

LocaisEditar

LucifênianEditar

Floresta da PerplexidadeEditar

Costa AnônimaEditar

RolledEditar

RollamEditar

Moradores ConhecidosEditar

Referências Editar

  1. ルシフェニア
  2. Os Pecados Capitais: Devoradora das Comidas Repulsivas, Conchita
  3. Entr’acte do Mal: Worldguide de Filha do Mal
  4. 4,0 4,1 4,2 Filha do Mal: Praeludium Vermelho
  5. 5,0 5,1 Filha do Mal: Wiegenlied Verde
  6. 6,0 6,1 6,2 6,3 Filha do Mal: Clôture Amarelo
  7. Filha do Mal: Praefacio Azul
  8. 8,0 8,1 Epopeia do Mal: Fanbook de Filha do Mal
  9. 9,0 9,1 Os Pecados Capitais: Presente da Princesa que Trouxe o Sono
  10. Os Pecados Capitais: Quinto, O Pierrô
  11. Livreto de Evils Kingdom
  12. Livreto de A Mira de Nêmesis
  13. Sete Crimes e Punições (Prólogo)

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