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RilianeReinado
O Reinado do Mal refere-se ao governo tirano da Princesa Riliane Lucifen d'Autriche em Lucifênia.

HistóriaEditar

OrigemEditar

Com a morte de Arth I, Príncipe Alexiel é nomeado herdeiro do trono pelos ministros de Lucifênia e o Primeiro Ministro Genesia é nomeado seu regente. Em Dezembro de EC 491, o Ministro Presi Rogzé questiona tal decisão na câmara dos ministros, denunciando a legitimidade do Príncipe e uma suposta conspiração entre Rainha Anne e Genesia, apontado Riliane como real herdeira do trono. Chocando outros ministros e espalhando boatos amorais sobre os envolvidos, as discussões políticas tornaram-se incessantes.

Depois de uma tentativa falha de assassinato, Alexiel foi declarado morto e depois adotado pelo Capitão da Guarda Real Leonhart Avadonia, perdendo suas regalias como membro da Família Real. Riliane então tornou-se herdeira do trono. Em EC 499, depois da morte da Rainha Anne, Riliane ascende ao trono com 13 anos.

A Filha do MalEditar

Mesmo assumindo o trono, Riliane recusa ser coroada rainha até tornar-se maior de idade por respeito a sua mãe. Logo após a ascensão, o governo impôs impostos pesados e passou a executar qualquer indivíduo por qualquer crime, chegando a executar até mesmo 18 pessoas em um mês. Uma colheita pobre acompanha os desfortúnios, levando a população a ficar faminta. Recusando-se a dividir a comida do palácio com seus súditos, a princesa mandava-os comer bolo.

Planejando culpar seu maior opositor, Leonhart, Riliane foge do palácio em seu 14º aniversário, usando uma passagem secreta. Todavia, a princesa foi achada e escoltada de volta para o palácio a tempo de atender à sua festa.

Depois de uma execução realizada meses antes, a princesa sofreu uma tentativa de assassinato, sendo salva por seu servo Allen. Traumatizada, a princesa permitia poucas pessoas acompanhá-la e somente permitia Allen ficar em seu quarto.

Alguns dias depois, a princesa descobre que Leonhart estava saqueando a comida do palácio para alimentar os cidadãos. Tramando uma armadilha para o capitão, Riliane convoca-o para um encontro na noite posterior. Enquanto discutiam, a princesa dopou o general usando uma taça de vinho. Posteriormente, Allen assassina Leonhart e livra-se do corpo em um rio próximo.

Logo depois, os reinos de Elfegor e Marlon mandam suportes para ajudar a sanar a massiva fome lucifeniana. Mandando emissários a ambos países para agradecimentos, o emissário enviado a Marlon retorna com uma carta do Rei Kyle, noivo de Riliane, quebrando seu relacionamento por uma garota de cabelos verdes em Elfegor. A princesa manda um time investigativo descobrir a identidade da garota, mas não conseguiu mais detalhes.

Caça ao VerdeEditar

Sendo incapaz de identificar a amante de seu noivo, Riliane ordena seu ministro para invadir Elfegor e aniquilar todas as mulheres de cabelos verdes para garantir a morte da amante. Queimando a Floresta da Árvore Milenar, o exército lucifeniano invade o país inimigo e começa sua caçada. Durante o genocídio, a princesa descobre por intermédio de uma camareira que Allen sabia da identidade da amante e manda Allen para matá-la, ignorando a infração. Seguindo a morte dela, a guerra tornou-se um conflito prolongado e Lucifênia estabeleceu-se no país invadido.

RuínaEditar

Por causa do conflito, soldados e guardas tornaram-se escassos e consequentemente a proteção do Castelo Real de Lucifênia diminuiu drasticamente. Durante uma festa no palácio, houve uma tentativa de assassinato contra o Primeiro Ministro Minis, ferindo-o gravemente. Para fortalecer as tropas, os Mercenários Venom foram contratados e o líder Gast Venom pôde morar no palácio. Os mercenários causaram caos nas ruas e importunavam mulheres.

Enquanto a comunidade crescia inquieta, revoltas começaram em Rolled e Rollam. Os soldados e mercenários ali localizados passaram a oprimir os revoltosos, enquanto os soldados estabelecidos em Elfegor voltaram para Lucifênia como reforços. Conforme as semanas passavam, os revolucionários ganharam mais força e apoio de terceiros. No final do ano, a Resistência invadiu o palácio real.

Protegida apenas pela guarda real, Riliane foge para seu quarto, acompanhada por Allen. Durante o combate, Riliane troca suas roupas com as de Allen e foge usando uma passagem secreta, enquanto seu mordomo disfarçava-se de Riliane. A "Princesa" foi capturada, dando fim ao terror do reinado de Riliane.

ConsequênciaEditar

Com a deposição de Riliane, Rei Kyle declarou que Marlon iria ocupar Lucifênia para ajudar a construir um novo governo. No dia 26 de Dezembro, a "princesa" é guilhotinada em Milanais Square em frente de uma multidão enfurecida.

Ao decorrer de um ano, Lucifênia foi anexada como uma parte do território de Marlon, gerando oposição dos membros da Resistência. Riliane muda seu nome para Rin e vira uma freira num Monastério de Held próximo a Costa Anônima, vivendo lá pelo resto de sua vida. A revolução resultou na queda de uma tirana, um sentimento de rancor em Elfegor. Lucifênia, enfraquecida, prestes a ser dominada por Marlon.

Percepção CivilEditar

A massiva maioria dos cidadãos era contra o governo de Riliane. A fome e pobreza juntamente com a constante rejeição por ajudar o povo atribuíram o título de "Filha do Mal" para a princesa. Mesmo com o suporte dos ministros, estes eram contrários a tirania da jovem e reclamavam privadamente.

Por causa da ajuda internacional para acalmar a fome lucifeniana, o povo se acalmou, mas a Caça ao Verde trouxe mais uma vez a oposição massiva contra Riliane. A nobreza possuía vantagens no governo da princesa, cobrando altos impostos do povo, e, especialmente, de mercadores. Devido a tal fator, Keel Freezis ofereceu suporte para a Resistência. Devido a força de Lucifênia, os reinos vizinhos se mantiveram cuidadosos com as políticas de Riliane e rumores sobre a crueldade da garota se espalhavam por Evillious.

Mesmo nunca confirmada, a morte de Leonhart era aceita como uma ação de Riliane por causa da relação que os dois apresentavam. Depois da Caçada ao Verde, os cidadãos elfes se tornaram rancorosos com soldados lucifenianos e especialmente com a princesa.

O desprezo por Riliane continuou por séculos. Mesmo com os eventos reais escritos por Yukina Freezis, a história real nunca foi revelada ao público, fazendo assim a obra de Yukina ser considerada fictícia. A fuga de Riliane foi creditada a Allen, tornando o garoto um símbolo de deslealdade. A história de Yukina, todavia, tornou-se popular no décimo século, mas ainda continuou sem ser aceita.

TríviaEditar

  • O governo de Riliane é inspirado no Antigo Regime da França, também caracterizado por tirania. Coincidentemente, Lucifênia é baseada na França enquanto Riliane é inspirada em Maria Antonieta.

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